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As 10 habilidades em TI que estão mortas (ou quase)

Veja quais são as linguagens de programação e os sistemas nos quais não adianta mais investir tempo, nem dinheiro. Esta lista reflete a realidade norte-americana.

Por COMPUTERWORLD

31 de maio de 2007 - 07h00
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Atualizada às 12h30
Quem busca a vida eterna pode se inspirar no mundo da TI. Afinal, por mais que seja difícil para os profissionais especializados em Novell Netware ou administradores de bancos de dados OS/2 encontrar novos projetos para trabalhar, basta declarar uma tecnologia morta para encontrar provas de que ela se encontra mais viva do que nunca.

Mesmo assim, a equipe do Computerworld/EUA ouviu diversos especialistas do mercado norte-americano e preparou uma lista de 10 tecnologias e competências que, se não estão mortas por lá, estão a caminho da extinção. Como define Stewart Padveen, empreendedor da internet e fundador da AdPickles, "obsolescência é um termo relativo, não absoluto, no mundo da tecnologia".

Você concorda? Comente.

1. Cobol – O bug do milênio foi a segunda fase de ouro para programadores Cobol, que já estavam começando a ter dificuldade em encontrar trabalho. Mas seis anos e meio depois, não há muitas perspectivas para o crescimento de tal linguagem. Por outro lado, enquanto universidades norte-americanas cortam de seus currículos a disciplina, muitos profissionais garantem que ainda há várias corporações rodando aplicativos críticos em Cobol. E, para elas, será preciso profissionais com esta habilidade.

2. Banco de dados não-relacional – Nos anos 80, havia basicamente dois tipos de bancos de dados. Um era o de sistemas hierárquicos, de empresas como IBM ou SAS. Outro era o banco de dados de rede, como o IDMS da CA e o tradicional Oracle. Hoje, todos foram substituídos pelos relacionais, baseados em databases SQL como DB2, Oracle e Microsoft SQL Server.

3. Redes não-IP – O padrão TCP-IP já foi largamente adotado para os ambientes corporativos, e, como resultado, a demanda por SNA (systems network architecture), da IBM, é menor do que nunca. Segundo especialistas, hoje, ter o conhecimento de SNA no currículo não aumenta o valor do profissional técnico nem em um 1%. No entanto, é bom lembrar que bancos e seguradoras ainda tem SNA em seus sistemas - apesar de as escolas nos Estados Unidos terem parado de ensinar a disciplina.

4. cc:Mail – Este sistema de e-mail era utilizado por 20 milhões de pessoas nos anos 80. No entanto, conforme sistemas de mensagens eletrônicas eram integrados a sistemas operacionais mais complexos, como Lotus Notes e Microsoft Exchange, sua popularidade foi por água abaixo. Nos anos 2000, o CC:Mail foi banido do mercado.

Opinião do Leitor [17 comentários]

Foi perdida uma boa oportunidade

De não falar bobagens.

Ainda que a reportagem seja apenas uma tradução de uma "matéria" americana, a simples observação de que a matéria original foi repudiada até por lá já dava a indicação de que não seria uma boa traduzi-la.

Concordo com os que reclamaram da falta de fontes.

Embora alguns ítens da lista estejam mesmo mortos são uma coisa óbvia. Claro que ninguém mais usa cc:mail. Ninguém mais usa o chiwriter(se não me engano era assim que se escrevia) também.

Ou seja os itens da lista podem ser divididos em dois grupos:
- Errados
- Óbvios

De qualquer forma, foi perdida a oportunidade de não falar besteira.
Vinicius - 28 Ago 2007, 14h50

Coldfusion

Você que escreveu sobre COLDFUSION. Você conhece um pouco da tecnologia? Creio que você não sabe nem conhece 0,01% de COLDFUSION tampouco quem te concedeu a entrevista. O que tem a ver se a linguagem é a mais bem paga ou não? O importante é o que a tecnologia(CF) oferece. Hoje não existe linguagem de programação para WEB que seja mais completa que COLDFUSION. Com ela se faz tudo em menor espaço de tempo.

NOTA ZERO PARA SUA REPORTAGEM.
marcio - 31 Mai 2007, 15h34

11 na verdade... jornalismo em TI

Olha... eu já achei um absurdo e comentei no meu blog (http://teclandoalto.blogspot.com/2007/05/coldfusion-morto.html) esse assunto mediante a publicação feita na versão internacional da revista onde o assunto já foi massivamente discutido e muito bem ATACADO pela comunidade desenvolvedora não apenas em ColdFusion, mas em outras tecnologias.

Achei uma falha sem proporções da tal Mary Brandel (a qual fiz questão de buscar um email de contato já que o próprio site não facilitou) talvez intencionalmente. Mas ver exatamente o mesmo ocorrer com a publicação brasileira e assim "por tabela" saber que o mesmo deve estar ocorrendo em muitos outros países, é realmente o cúmulo e nem vou perder mais meu tempo procurando o responsável pois ficou clara a incompetência em não se reparar um erro que ficou mais do que esclarecido na versão original. A primeira não pesquisa antes de escrever, o segundo não procura nem sequer ser mais competente como jornalista do que como tradutor.

Assim, me desculpem, mas a reparação ideal pra matéria é trocar o item ColdFusion por Jornalista de TI na ComputerWorld.
Vicente - 31 Mai 2007, 14h21
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