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Negócios

IDS Scheer centraliza operações no Brasil e quer dobrar receita em 2008

Unidade brasileira vai incorporar 30 escritórios da AL e espera que faturamento passe de 15 milhões de reais no Brasil para mais de 30 milhões de reais na região no próximo ano.

Por Luiza Dalmazo, do COMPUTERWORLD

04 de junho de 2007 - 17h16
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O ano de 2007 se consolida como um período de mudanças na IDS Scheer, alemã especializada em soluções para gerenciamento empresarial e consultoria. O presidente da companhia para a América Latina menos Brasil, Luiz Alberto Piemonte, conta que uma dessas alterações é a centralização das operações da companhia no País, o que significa que o México não se reporta mais para os Estados Unidos. “Aquele país não era bem atendido pelos EUA até por uma questão de língua”, conta.

Piemonte conta que, atualmente, o volume de negócios do Brasil é sete vezes maior do que o do México, sendo que a nossa economia não é proporcionalmente maior. “Observando isso décimos fazer uma alteração de estrutura e estamos com uma expectativa de que os negócios cresçam de 15 milhões de reais no Brasil para entre 30 e 35 milhões de reais na América Latina em 2008”, revela.

Segundo ele, o dobro da receita se explica pelo acréscimos dos negócios de outros países, mas também porque com uma atenção mais próxima, haverá um aumento nas atividades. Além disso, Piemonte afirma que a companhia que hoje atua com representantes na Argentina e Colômbia, vai abrir escritórios em todos os países da região. “Em primeiro de julho abriremos a unidade do México e em janeiro de 2008 a da Colômbia e Argentina; em meados do ano, surgirão os complementos”, diz.

O presidente da IDS Scheer explica que a intenção da companhia é estar onde estão os seus parceiros, principalmente Oracle e SAP, para suportar suas vendas. “Se eles comercializam o produto, temos de suportar”, garante.

Atualmente a empresa tem 250 clientes na região, mas a meta é atingir entre 350 e 400 novos clientes em um ano. O número de funcionários também tende a crescer. Hoje são 90 profissionais no Brasil e outros 40 na região, mas deverão ser acrescidos aproximadamente 50 em 2008.

Apesar de hoje a receita da empresa ser dividida em 50% com software e 50% em consultoria, Piemonte acredita que serão fechados muitos negócios com SOA (arquitetura orientada a serviços), principalmente via Oracle e SAP.

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