Publicidade

Negócios

Presidente da Avaya no Brasil comemora venda

Cleber Morais afirma que o Brasil continua a receber investimentos da matriz e nada muda na gestão da companhia.

Por Por Taís Fuoco, do COMPUTERWORLD!

05 de junho de 2007 - 13h20
página 1 de 1

Cleber Morais, que há um mês assumiu a diretoria-geral da Avaya no Brasil, disse ter sido "brindado" com a notícia, divulgada na noite de ontem, de que dois fundos de investimentos adquiriram o controle da companhia por US$ 8,2 bilhões. Segundo ele, capitalizada, a companhia será ainda mais agressiva em sua estratégia de mercado.

De acordo com o executivo, não só ele como todos os funcionários foram beneficiados com a informação. "O valor oferecido reflete o bom momento da Avaya, que hoje gera fluxo de caixa postivo em todos os trimestres e tem quase US$ 1 bilhão de dólares disponíveis hoje", afirmou o executivo, repetindo o mesmo discurso que ele já tinha feito no início dos rumores da compra, durante entrevista à ChannelWorld.

O valor pago, que embute um prêmio de 33% sobre a média do valor das ações da Avaya nos últimos 30 dias, demonstram essa posição, segundo ele. Nos últimos dias, em função dos rumores de que a companhia pudesse mudar de controle, os papéis também sofreram forte alta, de mais de 30%.

"Esse valor reflete o potencial da Avaya como líder do segmento de comunicações inteligentes", afirmou Morais, em entrevista ao COMPUTERWORLD. Segundo ele, o mercado endereçável de comunicações inteligentes, que ele chamou de nova onda, gira hoje, em todo o mundo, entre US$ 60 bilhões e US$ 100 bilhões.

Além do valor pago pelos fundos TPG Capital e Silver Lake Partners, de 17,50 por ação, os novos sócios prometem uma injeção de capital na companhia. "Isso vai permitir que a Avaya continue a desenvolver novas tecnologias", afirmou o executivo.

Ele lembra que os dois fundos já aplicam recursos em companhias de TI, como a asiática Leonovo, o instituto de pesquisas Gartner e a fabricante Flextronics.

Segundo Morais, "o lado bom de tudo isso é que o Brasil está nesse contexto e faz parte dos dez mercados mais importantes hoje para a companhia". O executivo afirmou que esteve em Miami (EUA) na semana passada para definir o plano de crescimento da subsidiária.

"No dia-a-dia da operação e na gestão da companhia, nada muda", ressaltou Morais. A empresa vai fechar o capital após a conclusão da compra e isso, segundo ele, "traz agilidade maior e uma visão estratégica de médio prazo" que as companhias de capital aberto nem sempre podem ter.

Opinião do Leitor
Não há comentários para essa notícia
Publicidade
Publicidade
As mais lidas
60 melhores empresas de TI e Telecom para trabalhar

A elite do RH de TI e Telecom no Brasil

Computerworld e Instituto GPTW apresentam as Melhores Empresas de TI e Telecom para Trabalhar 2009.

Veja o Especial

Confira o ranking:

  1. Chemtech
  2. Kaizen
  3. Microsoft
  4. Cisco do Brasil
  5. Google Brasil
Veja o ranking completo com as 60 empresas
coluna tv
Newsletters
Assine a Computerworld