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Aumenta a proteção das redes sem fio

Proprietários de hotspots estão protegendo melhor suas infra-estruturas, defende pesquisa da RSA Security.

Por Por COMPUTERWORLD

18 de junho de 2007 - 13h05
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A RSA realizou uma pesquisa em Paris (França), Londres (Inglaterra) e em Nova Iorque (Estados Unidos) para definir o nível de segurança dos hotspots em redes Wi-Fi. Na média, defende Toffer Winslow, vice-presidente de gerenciamento de produtos da empresa, os resultados foram encorajadores.


“As pessoas estão protegendo mais seus access points  e utilizando criptografia mais avançadas, optando por WPA no lugar do antigo modelo WEP”, diz Winslow. O WPA, acesso protegido Wi-Fi, demanda senhas mais fortes e utiliza uma chave de 128 bit, em vez da chave de 40 bit da WEP. No entanto, a maior parte das soluções disponíveis no mercado ainda utilizam WEP.

Nas três cidades, aumentou a taxa de hotspots utilizando alguma forma de criptografia. Em Londres, os números subiram de 76% para 81%, enquanto em Nova Iorque subiram de 75% para 76%, e em Paris subiram de 78% para 80%. O uso do WPA também teve alta, com 49% das redes sem fio em Nova Iorque optando pelo novo modelo, enquanto Londres e Paris tiveram, respectivamente, 48% e 41% de uso WPA.

No entanto, boa parte das redes sem fio não utiliza nenhuma forma de segurança. Ao todo, 18% das redes em Paris e Londres rodam sem proteção, enquanto em Nova Iorque esse número atingiu 21%.


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