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Negócios

Marco Leone comemora o melhor ano na história da CA Brasil

Diretor-geral da subsidiária defende que bons resultados são resposta da reestruturação da empresa, acordos com parceiros de serviços e bom momento da economia no País.

Por Por Vinicius Cherobino, do COMPUTERWORLD

20 de junho de 2007 - 12h32
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Bom momento da economia brasileira, novos acordos e atuação com parceiros e - acima de tudo - a reestruturação da empresa, somada oo final dos problemas com a SEC (Comissão de Valores Mobiliários e Câmbio, do inglês). Estes são os motivos que, de acordo com Marco Leone, diretor-geral da CA Brasil, estão levando a empresa ao melhor desempenho da sua história no País.


"Estamos crescendo, em média, 20% ao ano. Na última revisão que fizemos, o aumento em arrecadação vai ficar entre 25% e 35%", relata. Leone aponta o novo programa de parceiros como um dos grandes responsáveis pelos resultados, criando interesse na linha de gerenciamento, na de governança ou de segurança. "É uma referência mundial. Não apenas para os canais, mas também para os parceiros de serviços. A nossa relação com eles foi fundamental para o crescimento", garante.


Leone classifica as empresas de serviços parceiras (GSI - Global Securities Industries) - como Accenture, Deloitte e PWC -, como 'os fiéis da balança do bom momento'. "Dos 10% de crescimento adicional que estamos prevendo, 5% estão relacionados com essas parcerias", contabiliza Leone. Para o executivo, além dos novos contratos, esse tipo de relação é importante para garantir a aprovação de uma tecnologia por uma empresa que investe milhares de dólares em testes e avaliação. Ele completa: "Sem o apoio do GSI, a nossa ferramenta tem menos chances de atingir o mercado, pois eles também atuam customizando a solução para diversas verticais e estão muito perto dos clientes".


Para George Fisher, vice-presidente mundial de vendas da CA, a estratégia de parcerias mostra que a empresa não busca "pegar todos os biscotos só para ela", ou seja, fechando contratos de ponta-a-ponta sem a possibilidade de outro fornecedor parceiro atuar. "Não vamos concorrer com os nossos parceiros, nem com nossos canais. A estratégia da CA não é ser tudo para todas as pessoas, mas oferecer soluções que façam sentido para os clientes", afirma. Ele arremata: "Os últimos três anos foram bastante turbulentos, agora a alta liderança está estável e investindo pesado em tecnologia. É uma nova CA e com muita inovação, tanto que está atraindo pessoas fortes do mercado".


Fisher refere-se, entre outras coisas, à recente contratação de André Echeverria como novo diretor de marketing - o executivo ocupava a mesma posição na Sun -, e Ricardo Fernandes, antigo diretor-geral da Novell Brasil, e atual diretor de segurança da CA.

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