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Negócios

Marco Leone: 'esse é o melhor ano na história da CA Brasil'

Diretor geral da subsidiária nacional defende que bons resultados são resposta da reestruturação da empresa, acordos com parceiros de serviços e bom momento da economia no País.

Por Vinicius Cherobino, do COMPUTERWORLD

20 de junho de 2007 - 11h52
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Bom momento da economia brasileira, novos acordos e atuação com parceiros e - acima de tudo - a reestruturação da empresa e o final dos problemas com a SEC (Comissão de Valores Mobiliários e Câmbio, do inglês). Estes são os motivos que, de acordo com Marco Leone, diretor geral da CA Brasil, estão levando a empresa ao melhor desempenho da sua história no País.

"Estamos crescendo, em média, 20% ao ano. Na última revisão que fizemos, o aumento em arrecadação em 2007 vai ficar entre 25% e 35%", relata. Leone aponta o novo programa de parceiros como um dos grandes responsáveis pelos resultados, criando interesse na linha de gerenciamento, de governança e de segurança. "É uma referência mundial. Não apenas para os canais, mas também para os parceiros de serviços. A nossa relação com eles foi fundamental para o crescimento", garante.

Leone classifica as empresas de serviços parceiras, como Accenture, Deloitte e PWC, como "os fiéis da balança do bom momento". "Destes 10% de crescimento adicional que estamos prevendo, 5% estão relacionados com estas parcerias", contabiliza. Para o executivo, além dos novos contratos, esse tipo de relação é importante para garantir a aprovação de uma tecnologia por uma empresa que investe milhares de dólares em testes e avaliação. Ele completa: "Sem o apoio deles, a nossa ferramenta teria menos chances de atingir o mercado, pois eles também atuam customizando a solução para diversas verticais e estão muito perto dos clientes".

Para George Fisher, vice-presidente mundial de vendas da CA, a estratégia de parcerias mostra que a empresa não busca "pegar todos os biscotos só para ela", ou seja, fechar contratos de ponta-a-ponta sem a possibilidade de outro fornecedor parceiro atuar. "Não vamos concorrer com os nossos parceiros, nem com nossos canais. A estratégia da CA não é ser tudo para todas as pessoas, mas oferecer soluções que façam sentido para os clientes", afirma. Ele arremata: "Os últimos três anos foram bastante turbulentos, agora a alta liderança está estável e investindo pesado em tecnologia. É uma nova CA e com muita inovação, tanto que está atraindo pessoas fortes do mercado".

Fisher refere-se, entre outras coisas, à recente contratação de André Echeverria como novo diretor de marketing - o executivo ocupava a mesma posição na Sun -, e Ricardo Fernandes, antigo diretor-geral da Novell Brasil, e atual diretor de segurança da CA.

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