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Câmara convoca entidades para discutir uso de TI contra a corrupção

Assespro, Fenainfo e Abes estão entre as associações da área de tecnologia da informação convidadas a discutir formas de usar esse conhecimento no combate à corrupção.

Por COMPUTERWORLD*

10 de julho de 2007 - 09h05
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A Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática promove nesta quinta-feira (12/07) audiência pública para discutir o uso de novas tecnologias no combate à corrupção e ao crime organizado.

Entre os convidados para debater o assunto estão o primeiro-secretário da Câmara, deputado Osmar Serraglio (PMDB-PR), e o diretor-geral da empresa Tempo Real Tecnologias de Informação Ltda, Glauco Guimarães.

O deputado Jorginho Maluly (DEM-SP), autor do requerimento para realização dessa audiência, sugeriu que fossem ouvidos tanto representantes de quem detém o conhecimento como de quem usou essas tecnologias.

Assim, explica Maluly, o deputado Osmar Serraglio poderá relatar sua experiência como usuário dessas tecnologias na CPMI dos Correios, da qual foi relator. Já a empresa Tempo Real é responsável pelo sistema tecnológico de investigação denominado i.2, usado por diversos órgãos governamentais.

Também foram convidados para discutir o assunto entidades da área de software e de tecnologia, além do ministro do Controle e da Transparência, Jorge Hage, do coordenador da Frente Parlamentar de Combate à Corrupção, deputado Paulo Rubem Santiago (PT-PE), e do presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), Walton Alencar Rodrigues.

Por parte das entidades, foram convidados o diretor-presidente do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), Marcos Vinícius Ferreira Mazoni, o vice-presidente da Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação, Software e Internet (Assespro), Ruben Delgado, o professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e representante da Federação Nacional das Empresas de Serviços Técnicos de Informática e Similares (Fenainfo) Pierre Jean Lavelle, e o presidente da Associação Brasileira das Empresas de Software (Abes), José Curcelli.

Os parlamentares também convidaram a diretora do Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional do Ministério da Justiça, Maria Rosa Guimarães Loula. Esse departamento é responsável pelo Laboratório de Combate à Lavagem de Dinheiro, órgão que testa e certifica ferramentas tecnológicas de combate aos ilícitos já destacados.

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