Negócios
Brasil busca experiência européia para obter sistema eletrônico de patentes
Delegação vai à Holanda para conhecer o sistema usado pelo Escritório Europeu de Patentes e avaliar a possibilidade de implementá-lo no País.
Por COMPUTERWORLD
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Depois do sucesso do e-marcas, o Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI) avança na criação de um sistema eletrônico para patentes. O Instituto estará em Haia, na Holanda, nesta sexta-feira (13/07), para que a delegação do governo federal conhecerá o e-phoenix, sistema usado pelo Escritório Europeu de Patentes (EPO, na sigla em inglês). A meta do INPI é trazer o software do EPO para operar no Brasil.
O escritório europeu cederia o software e nós o País o adaptaria para funcionar no Brasil. A delegação acredita que isso é bom porque evita que seja preciso partir do zero para desenvolver um sistema eletrônico para uso local. Além disso, a intenção é fazer com que funcione o mais rápido possível.
Entretanto, a visita da delegação brasileira ao EPO não se limitará às discussões em torno do e-phoenix. Os europeus também vão fazer a apresentação do BNS, banco de dados que contém os documentos integrais de patentes e faz parte do sistema Epoque - um arquivo com mais de 100 milhões de documentos e já acessado pelos pesquisadores do INPI e que poderá usar o BNS no Brasil.
Os representantes do escritório europeu vão mostrar como é feita a digitalização de documentos de patentes e, por fim, haverá uma discussão entre brasileiros e europeus sobre a parceria entre o EPO e o INPI.
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