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Presidente da Oracle vincula fortalecimento do modelo 'on demand' à competição

Para Silvio Genesini, presidente da subsidiária brasileira, a entrada de um ou mais fornecedores dessa área não tende a ameaçar a posição dos demais, mas, pelo contrário, cria uma competição positiva.

Por Por Camila Fusco, do COMPUTERWORLD

12 de julho de 2007 - 17h28
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A estratégia crescente de companhias de TI aderirem à comercialização de software sob demanda tende a fortalecer o modelo e estimular sua maturidade junto aos clientes, acredita o presidente da Oracle Brasil, Silvio Genesini.


Em entrevista ao COMPUTERWORLD, o executivo afirmou que a entrada de um ou mais fornecedores dessa área não tende a ameaçar a posição dos demais, mas, pelo contrário, cria uma competição positiva.


“Cada vez mais vamos ver empresas tentar formas alternativas de vender software, como o ‘on demand’. Essa competição é positiva porque ajuda a firmá-lo também na cabeça dos clientes, hoje ainda muito inseguros”, disse.


Na percepção de Genesini, ao longo dos próximos três ou quatro anos, a presença do software sob demanda deve ser realidade em um número mais expressivo de companhias, já que o modelo deverá estar mais maduro. Hoje, na Oracle do Brasil, o modelo sob demanda dobra de volume em receitas a cada ano.


“Acredito em uma convergência crescente entre os dois formatos, sem que o on demand chegue a substituir o modelo tradicional, já que muitas empresas, especialmente, as grandes, talvez não queiram mexer naquilo que já têm”, afirma.


O comentário do executivo vem poucos dias depois de a Microsoft anunciar seu primeiro modelo comercial de CRM sob demanda, em um evento realizado nos Estados Unidos. A idéia da companhia é ofertar, por meio de sua unidade de Business Solutions, duas versões da solução de aplicativo sob demanda, a partir de 39 dólares por usuário por mês. O produto está previsto para lançamento em outubro.

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