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Negócios

Na Procter&Gamble, custo do RFID já caiu 50%

Depois dos testes iniciados em 2005, empresa deverá adotar a solução daqui a dois anos porque considera que a tecnologia não está madura.

Por Luiza Dalmazo, do COMPUTERWORLD

23 de julho de 2007 - 07h05
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Os benefícios do uso das etiquetas de identificação por radiofreqüência (RFID) já foram comprovados pela Procter&Gamble (P&G), empresa dona de mais de 25 marcas no País, entre elas Duracell, Pampers, Gillette, Vick e Pantene.

A companhia realizou em 2005 um teste em parceria com o Pão de Açúcar, Chep – fornecedora de paletes e contentores – e Gillette (antes da fusão), supervisionado pela consultoria Accenture e apurou que as etiquetas atingiam 97% de leitura.

Há três meses, no entanto, a corporação fez novos testes e comprovou que ainda é preciso ganhar maturidade, mas que o custo de adoção da tecnologia já caiu pela metade. “Para cada dólar que faltava para o projeto se viabilizar financeiramente em 2005, hoje faltam apenas 50 centavos”, conta Fábio Caldeira, gerente de tecnologia de uma das fábricas da P&G.
 
Segundo ele, isso se deve a ganhos de escala na tecnologia (redução do preço das etiquetas e dos leitores) e principalmente pelo aumento do interesse do mercado em adotar a tecnologia.

O executivo ressalta que as perdas com inventários podem ser reduzidas em até 10% do que acontece atualmente, o que reduz o custo de gerencia dos carregamentos, entregas etc.

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