Negócios
Chegou a hora de o desktop dizer adeus?
Por COMPUTERWORLD
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Enquanto muitos notebooks bem equipados estão disponíveis por menos de mil dólares, eles freqüentemente exigem a compra de periféricos externos como tela externa ou teclado para tornar o notebook mais confortável durante o uso no escritório, pontua Tim Tobul, diretor executivo de marketing para produtos de negócios emergentes da uma unidade da Lenovo.
Também há o fato de que os notebooks normalmente devem ser substituídos a cada três anos devido ao desgaste que sofrem, comparado com quatro ou cinco anos para desktops, segundo ele. Roger Kay, presidente de pequisa da Endpoint Technologies Associates, afirma que o design modular dos desktops os torna mais fáceis e baratos para reparar.
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Analistas divergem sobre quanto o preço a mais hoje cobrado pelos notebooks pode cair. Kay prevê que alcançará “perto de zero” na medida em que os engenheiros, em busca da redução de energia usada e o calor gerado pelos desktops, começam a usar mais componentes de notebooks, como os processadores que economizam energia.
Ele também diz que, enquanto isso pode custar mais para desenhar as menores partes do notebooks, uma vez em produção eles podem custar menos do que seus componentes de desktop, porque são menores e usam menos matéria-prima.
Desktops em ambientes virtuais
Os desktops ainda são escolhidos em países mais pobres onde o preço é mais crítico e as condições de meio ambiente (como poeira, calor e umidade), podem ser prejudiciais aos notebooks. Tobul diz que mais de 70% das vendas da Lenovo em países em desenvolvimento, como China e Índia, (Brasil também) são de desktops. Por menos de 200 dólares “é possível colocar um sistema muito competitivo em mercados emergentes – o que dificulta a competitividade e a entrada do notebook”, diz.
Os desktops freqüentemente fazem mais sentido onde, como no Hospital Infantil citado no início, múltiplos funcionários dividem o mesmo sistema em uma localidade fixa. Eles também são a forma mais fácil e barata de fazer atualizações e podem ser mais facilmente configurados para o conforto dos usuários, garante Kay, com o teclado separado da tela, o que permite que cada um pode ser movido para onde não causem dores musculares ou nos olhos. “Quem fica o dia inteiro trabalhando em um computador não vai querer usar um notebook”, diz.
E apesar de os notebooks serem um meio de encorajar o trabalho depois do expediente ou de assegurar a continuidade dos negócios mesmo depois de um desastre natural, Tobul afirma que algumas empresas estão, ao invés disso, considerando a virtualização dos desktop dos usuários de casa, formando dois ambientes operacionais. Um seria para o uso regular e pessoal e o outro para o uso de uma rede virtual privada (VPN) ou um ambiente de thin client para assegurar o acesso seguro à rede corporativa.
Mesmo quando a segurança não envolve regras do uso de notebooks, eles requerem o uso de mais medidas de segurança. “Estamos vendo muito maior ênfase na segurança do hardware” na forma de leitores de impressão digital para permitir a entrada do usuário no sistema, comenta O´Donnell.
Noteboock Bom D+
Na minha casa, os desktops foram substituídos por noteboocks com acesso a internet sem fio (rede wireles). Acabaram-se os problemas com aquela parafernália de fios, cabos, conectores, mouse de mesa, etc...Hoje, meus filhos usam os noteboocks em sala de aula, na universidade e, já se observa que o rendimento e os trabalhos escolares (fichamento), estão ganhando maior qualidade e celeridade. Essas máquinas são realmente revolucionárias e D+.
Maria José
Maria Jose - 26 Jul 2007, 18h26
DockStation , alguem lembra?
se as dockstation voltarem e realmente servirem como extensão atrativa do que um notebook pode oferecer, como ligar inumeros periféricos(impressoras,cameras web/digital,mp3/4, etc), monitores acima de 17 polegadas, hard disk auxiliares. Acredito que realmente a concepção e necessidade de desktop de hoje pode ser estudada como uma peça do passado.
Carlos - 26 Jul 2007, 09h24
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