Publicidade

Negócios

Governo discute como usar tecnologia para otimizar saúde pública

Ministérios querem integrar programa de telemedician a projetos de telessaúde que serão implantados em nove estados do País.

Por COMPUTERWORLD*

01 de agosto de 2007 - 17h09
página 1 de 2

A integração do programa Telemedicina, ligado ao Ministério da Ciência e Tecnologia, ao Projeto Piloto Nacional de Telessaúde, do Ministério da Saúde, começou a ser discutida hoje (01/08) no seminário Os Hospitais Universitários e a Integração Educação, Saúde e Ciência e Tecnologia. A medida tem o objetivo de qualificar os médicos e melhorar o atendimento ao cidadão.

Leia também:
Banda larga pela rede elétrica leva telemedicina a bairro gaúcho

Criado para proporcionar infra-estrutura de comunicação a todos os hospitais universitários, o Telemedicina permite que essas instituições promovam videoconferências em alta definição, demonstrem cirurgias, ministrem palestras, mostrem aplicações, ofereçam ensino a distância e dêem assistência médica na ponta para a população - tudo isso por meio da internet.

Segundo o coordenador da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa, Luiz Ary Massina, a iniciativa é voltada principalmente para médicos e profissionais de saúde que trabalham no interior ou nas periferias. “Os médicos que estão no interior, nos municípios mais afastados da região metropolitana, têm carência de uma formação continuada", disse Massina.

Já o Projeto Piloto Nacional de Telessaúde, que ainda está em fase de implementação, foca a questão da atenção básica, que não se resume à medicina, mas a todas as áreas da saúde, explica a técnica do Ministério da Saúde, Márcia Pinheiro. Segundo Márcia, por isso, o projeto foi chamado de Telessaúde. "O Telessaúde pretende ampliar a atuação do Telemedicina para odontologia, enfermagem e outras áreas afins”.

O Telessaúde vai atender nove estados: Amazonas, Ceará, Pernambuco, Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, informou Márcia. De acordo com a técnica, o projeto se organiza em um núcleo central, localizado nas universidades federais, e conecta 100 pontos dentro do estado.

"A idéia é que eles [pontos] estejam nas unidades básicas de saúde. É um projeto que, através da tecnologia, vai chegar mais perto daqueles municípios que não têm acesso fácil à informação para qualificação das equipes de atenção básica”, disse a técnica.

Opinião do Leitor
Não há comentários para essa notícia
Publicidade
Publicidade
As mais lidas
60 melhores empresas de TI e Telecom para trabalhar

A elite do RH de TI e Telecom no Brasil

Computerworld e Instituto GPTW apresentam as Melhores Empresas de TI e Telecom para Trabalhar 2009.

Veja o Especial

Confira o ranking:

  1. Chemtech
  2. Kaizen
  3. Microsoft
  4. Cisco do Brasil
  5. Google Brasil
Veja o ranking completo com as 60 empresas
coluna tv
Newsletters
Assine a Computerworld