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F-Secure nomeia executivos de canais e inicia expansão de parceiros

A companhia une-se à Net para ofertar sistemas de segurança, na modalidade de serviços, para base de usuários de internet cabeada. O próximo passo é fechar contratos em OEM.

Por Por Denise Sammarone, da ChannelWorld

09 de agosto de 2007 - 10h30
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Como parte da política de parcerias elaborada recentemente e anunciada ao mercado há dois meses (leia matéria anterior), a F-Secure, companhia finlandesa de segurança da informação, contratou dois executivos de canais.

Para ficar à frente da gerência de canais corporativos, a empresa nomeou Rômulo Barcelos Campani, executivo que atuava na InfoServer e passou pela Tech Data, Ingram Micro e Brasoftware. Em sua terceira semana no cargo, Campani informa que está fazendo um 'reconhecimento de área' antes de colocar em prática suas metas: "Sair dos 70 parceiros atuais para 250 canais de revenda e de integração".

Já para cuidar dos parceiros de varejo, a empresa nomeou Éder Rosa Lopes, ex-Epson, que assume sua gerência na próxima semana. Na pauta do novo executivo, de acordo com Gabriel Menegatti, diretor de operações da F-Secure no Brasil, o início do recrutamento de 200 pontos de vendas de varejo até o final do ano.

No âmbito da expansão das alianças corporativas, também dentro da meta de de alcançar cerca de 10% de participação no segmento de segurança no País, a F-Secure anunciou, ontem (08/08), um acordo com a operadora de internet e TV à cabo, a Net Serviços, para ofertar soluções de segurança aos usuários domésticos da base de assinantes. Na modalidade de pagamento como serviço, ou seja, por mês e na conta do usuário - já em operação com a Brasil Telecom -, segundo Menegatti, a meta é atingir, até dezembro, de 30% a 40% dos usuários com o serviço, denominado Cyber Anjo, que começa operar em 60 dias. "Estamos conversando com todas as operadoras do mercado", informa o executivo.

"A estratégia de alianças não visa, no entanto, ocupar espaço das nossas futuras revendas de varejo", explica Menegatti, acrescentando que os perfis dos usuários de segurança como serviço e dos compradores do aplicativo 'na caixinha' são diferentes. "O diferencial da revenda, nesse caso, é o usuário adquirir o software, pagando apenas uma licença e podendo instalá-lo em até três máquinas", destaca o executivo.

O próximo passo dentro do planejamento da companhia no Brasil, revela Menegatti, é elaborar uma estratégia de alianças com integradores de PCs e fabricantes para comercializar os sistemas na modalidade OEM. "Devemos consolidar esse plano até o final do ano. Já a sua implementação está prevista para o primeiro trimestre de 2008", antecipa o diretor.

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