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'Marca 2.0' tem que ser memorável e dramática, afirma Martin Lindstrom

Guru de branding contrasta decadência da publicidade na TV em favor de anúncios que explorem novo papel central do consumidor do setor.

Por Guilherme Felitti, do IDG Now!

09 de agosto de 2007 - 15h15
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O poder que as marcas experimentaram durante as décadas de 80 e 90, que levava consumidores a comprarem produtos guiados pelo histórico da empresa, tem como centro, a partir da década de 2000, o próprio consumidor.

A constatação conduziu a apresentação que o guru mundial de branding Martin Lindstron fez durante o evento Digital Age 2.0, organizado pelo IDG Brasil e pela Jump Education.

Lindstron confrontou a decadência dos comerciais de TV para a popularização de uma marca atualmente em frente à alta penetração dos anúncios conduzidos pela internet com o perfil conhecido como viral.

Segundo ele, as marcas perderam seus poderes irrefutáveis para assumirem uma postura chamada de 24/7, agindo de maneira diferente e instantânea para ser tornar interessantes o suficiente para manterem a atenção dos consumidores.

Para ilustrar, Lindstron usou desde propagandas conduzidas por grandes empresas, como virais para QuickSilver e Pepsi, como peças amadoras criadas pelo usuário que deram resultados positivos a determinadas marcas, como McDonald's e GAP.

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