Negócios
Gartner recomenda cautela a empresas que queiram investir em mundos digitais
Empresas que querem proteger marcas devem ter cuidado sobre operar em tais mundos digitais, afirma nova análise da consultoria.
Por IDG Now!
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Mesmo com a recente publicidade de companhias fincando bandeira no
Second Life e outros mundos virtuais, empresas que querem projetar suas
marcas ou reputações devem ter cuidado sobre operações em tais sites,
afirmou a consultoria Gartner nesta quinta-feira (10/08).
Enquanto
oportunidades de colaboração corporativa e comunicação em mundos
virtuais não devam ser ignoradas, companhias também devem ter em mente
os riscos potenciais que enfrentarão a partir de seu envolvimento,
afirmou Steve Prentice, analista do Gartner.
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"Ao planejar
atividades corporativas em mundos virtuais, uma consciência sobre os
riscos, assim como análises objetivas deles, permitirá uma avaliação
imparcial de toda a situação e destacar riscos contra benefícios",
afirmou.
De riscos de segurança corporativa a possíveis
problemas com confidencialidade, o Gartner listrou diversos riscos
potenciais que companhias devem considerar antes de optar pela entrada
na vida digital. Em razão dos riscos, o Gartner recomenda que empresas
testem mundos virtuais que podem ser hospedados dentro de seus
firewalls.
Por outro lado, por mais que não haja evidência
explícita de que estas aplicações representam alto risco de segurança,
a alta freqüência de atualização torna o controle de mundos virtuais
mais difícil.
Além do mais, como novas contas em mundos virtuais
são fáceis de serem abertas, muitos usuários têm múltiplos avatares em
uso, o que pode se tornar extremamente difícil para garantir que um
avatar realmente represente a pessoa criada, avalia o Gartner.
"Esta
falta de verificação de identidade ou gerenciamento de acesso é a maior
deficiência em mundos virtuais públicos e está tendo impacto
significante no uso destas redes para colaborações em ambientes
corporativos", diz o documento.
O Gartner alerta que, como não
totalmente seguros, os ambientes digitais não devem armazenar dados
confidenciais ou comerciais. A consultoria afirmou ainda que a
produtividade do funcionário deve cair até aprender a mexer na rede,
mas que isto não pode ser tomada como uma razão sozinha para rejeitar
possíveis benefícios.
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