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Negócios

Gartner recomenda cautela a empresas que queiram investir em mundos digitais

Empresas que querem proteger marcas devem ter cuidado sobre operar em tais mundos digitais, afirma nova análise da consultoria.

Por IDG Now!

10 de agosto de 2007 - 09h48
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Mesmo com a recente publicidade de companhias fincando bandeira no Second Life e outros mundos virtuais, empresas que querem projetar suas marcas ou reputações devem ter cuidado sobre operações em tais sites, afirmou a consultoria Gartner nesta quinta-feira (10/08).

Enquanto oportunidades de colaboração corporativa e comunicação em mundos virtuais não devam ser ignoradas, companhias também devem ter em mente os riscos potenciais que enfrentarão a partir de seu envolvimento, afirmou Steve Prentice, analista do Gartner.

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"Ao planejar atividades corporativas em mundos virtuais, uma consciência sobre os riscos, assim como análises objetivas deles, permitirá uma avaliação imparcial de toda a situação e destacar riscos contra benefícios", afirmou.

De riscos de segurança corporativa a possíveis problemas com confidencialidade, o Gartner listrou diversos riscos potenciais que companhias devem considerar antes de optar pela entrada na vida digital. Em razão dos riscos, o Gartner recomenda que empresas testem mundos virtuais que podem ser hospedados dentro de seus firewalls.

Por outro lado, por mais que não haja evidência explícita de que estas aplicações representam alto risco de segurança, a alta freqüência de atualização torna o controle de mundos virtuais mais difícil.

Além do mais, como novas contas em mundos virtuais são fáceis de serem abertas, muitos usuários têm múltiplos avatares em uso, o que pode se tornar extremamente difícil para garantir que um avatar realmente represente a pessoa criada, avalia o Gartner.

"Esta falta de verificação de identidade ou gerenciamento de acesso é a maior deficiência em mundos virtuais públicos e está tendo impacto significante no uso destas redes para colaborações em ambientes corporativos", diz o documento.

O Gartner alerta que, como não totalmente seguros, os ambientes digitais não devem armazenar dados confidenciais ou comerciais. A consultoria afirmou ainda que a produtividade do funcionário deve cair até aprender a mexer na rede, mas que isto não pode ser tomada como uma razão sozinha para rejeitar possíveis benefícios.

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