Negócios
Nova estratégia da SAP para o Brasil
Por Alexandre Scaglia, do COMPUTERWORLD
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CW – O que te atraiu para a SAP e o que você espera da sua gestão?
Ferreira – Eu não tinha planos de sair, mas me atraiu o que a empresa representa e o que eu ouvi dos clientes. Ainda tinha um ciclo para terminar, um projeto. Eu iniciei esse ciclo e a Carlson, por seis meses consecutivos, pela primeira vez, bateu todas as metas de Ebitda, mas ainda não estava pronta. O time está experimentando o sucesso e para dar continuidade eu teria, pelo menos, mais seis meses a um ano para o projeto terminar.
Sabendo o que era a SAP, fui conversar com os usuários e conhecer mais sobre a empresa. Ouvi clientes, prospects e clientes que tem problemas, que me disseram que sempre contaram com a empresa. Também me atraiu o investimento que a empresa faz nas pessoas – o plano é transformar o Brasil em um centro de talentos não só da América Latina.
O desafio aqui é completamente diferente do que vivi recentemente. Eu tinha um time com problema de performance, com auto-estima um pouco baixa. Aqui o Antunes me deixou um problema sério: a equipe é altamente capacitada, altamente motivada, os números são excepcionais... Tenho de pegar uma empresa vencedora e transformá-la em uma organização ainda mais vencedora. E garantir o futuro dela.
CW – Alguma mensagem para os clientes?
Duarte – A mensagem primordial é de confiança e conforto. O que temos aqui é uma evolução, não uma ruptura; é uma evolução pensada no futuro, não alavancada no passado, para habilitar idéias que temos para amanhã, com foco no cliente. Queremos trazer melhores práticas e mais capacidade aos mercados latino-americano e brasileiro. Fazemos mudança quando decidimos, não há nenhuma pistola apontada para nossa cabeça.
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