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Negócios

Fábrica da EMC no Brasil ainda depende de governo e decisões internas

Segundo executivos da companhia, negociações com o governo precisam avançar e definições internas, como linhas de produtos, também devem acontecer antes da abertura da fábrica.

Por Por Camila Fusco, do Computerworld

15 de agosto de 2007 - 12h23
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Os planos da EMC de abrir uma fábrica no Brasil ainda dependem de avanços nas negociações com diversas instâncias de governo no País e também de decisões internas da companhia.

Durante a abertura do EMC Fórum em São Paulo nesta quarta-feira (15/08), o CEO da companhia, Joe Tucci, afirmou que existe grande interesse na produção brasileira, mas que alguns ajustes ainda devem ser feitos, como definição do local para a abertura e modelo de negócios, que pode ser terceirizado para a produção ou não.

“Estamos ainda avaliando como fazer, se a produção será de forma direta ou não, quais linhas de produto devem ser produzidas por aqui. Mas de forma geral queremos muito que o Brasil venha a complementar as fábricas já existentes na China, Estados Unidos e Irlanda”, comentou.

Jeff Casale, vice-presidente de vendas para a América Latina, enfatizou, entretanto, que as conversas com o governo têm sido bem abrangentes e positivas, mas não detalhou quais os entraves ainda existem para que o projeto seja efetivado. “Estamos buscando mais oportunidades para pesquisa e desenvolvimento e mão-de-obra”, limitou-se a dizer.

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