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Negócios

Parceiros especializados em SOA na mira da Oracle

A companhia, que conduz um mapeamento para organizar canais por especialidade, identifica déficit de parceiros na arquitetura.

Por Por Denise Sammarone, da ChannelWorld

15 de agosto de 2007 - 10h00
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Bola da vez em todas as diretorias de tecnologias das empresas usuárias, a arquitetura de software orientada aos serviços (SOA, sigla em inglês para service oriented architecture) ainda tem um longo caminho a ser percorrido até emplacar negócios no Brasil.

A Oracle, que tem apostando nessa tecnologia por meio da aquisição de empresas especializadas, como a Sunopsis, vem consolidando o porftólio denominado Oracle SOA Suíte, e busca canais para ampliar e fortalecer a sua capacidade de implementar projetos na arquitetura. 

De acordo com Francisco Chang, responsável pela área de alianças e canais da fornecedora norte-americana, entre os seus 600 parceiros, cerca de 15 estão aptos a desenvolver soluções baseadas em SOA. “A demanda está crescendo e já começamos a sentir um déficit de canais capacitados. Estamos correndo atrás de empresas que possam catalisar a venda de soluções”, afirma o executivo, que conduz o mapeamento dos parceiros e detectou, também, a necessidade de recrutar empresas especializadas em soluções de gerenciamento de cadeia produtiva, ou supply chain (leia matéria anterior).

A preocupação da fornecedora com a ausência de uma gama maior de parceiros justifica-se. Segundo levantamento feito pela WinterGreen Research, este mercado deve atingir US$ 17,7 bilhões em 2011, frente a receita de US$ 187 milhões em 2004. Já no Brasil, a projeção de especialistas de TI aponta que, até 2008, cerca de 80% dos novos projetos sejam baseados em SOA.

Na pauta do executivo, que está no cargo há pouco mais de um mês, além do recrutamento de integradores em SOA, a especialização dos mesmos. “A meta é certificar o máximo possível ainda esse ano”, indica o executivo sem mencionar, no entanto, o número exato de parceiros que pretende arrebanhar. Chang justifica o fato de não ter um limite estabelecido dizendo que o mercado é muito dinâmico. “Nesse exato momento, por exemplo, a área de canais avalia o tamanho do mercado e o número máximo de empresas que comporta um ecossistema saudável de competição no Brasil”, complementa Chang.

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