Negócios
Fundação Bradesco busca parceiro para abrir 1 mil centros de inclusão digital
Equipamentos trocados na renovação do parque de máquinas da instituição financeira vão multiplicar estrutura dos centros gratuitos da fundação.
Por Taís Fuoco, do COMPUTERWORLD
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A Fundação Bradesco, criada pelo banco privado há 50 anos para projetos educacionais, se prepara para dar um salto no número de microcomputadores hoje existentes nas salas de aula das 40 escolas espalhadas por todo o País como nos centros de inclusão digital já implantados. Só em centros de inclusão o número poderá ganhar novas 1 mil unidades em um período de dois anos.
A razão para o salto que vai multiplicar o atendimento da Fundação é a renovação do parque de máquinas do banco. O Bradesco está trocando os 70 mil microcomputadores hoje existentes em toda a sua infra-estrutura. Desses, 40 mil já foram trocados e resultaram na doação de 17 mil deles para a Fundação, além de 5 mil impressoras.
Nivaldo Marcusso, gerente de tecnologia da Fundação, explica que, desse volume, 7 mil foram reservados às salas de aula, mas 10 mil poderão gerar 1 mil novos centros de inclusão digital, cada um com a média de 10 equipamentos, nos próximos dois anos.
Hoje a instituição tem 55 centros, dos quais quatro em tribos indígenas. Diante do expressivo crescimento, a Fundação busca um parceiro que lhe auxilie a administrar um número tão elevado de postos públicos de inclusão digital.
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Nesses centros, alunos da própria Fundação Bradesco no ensino médio atuam como multiplicadores, ensinando não só a navegação na internet e o uso do microcomputador, mas abrindo a possibilidade para cursos de capacitação.
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