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RFID acelera integração da fábrica da GM Brasil às demandas do mercado

Em linha de produção do Vectra, montadora de origem americana usa as etiquetas inteligentes para identificar modelos mais rapidamente no estoque.

Taís Fuoco, do COMPUTERWORLD

20 de agosto de 2007 - 09h05
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A fábrica da General Motors em São Caetano do Sul (SP) descobriu nas etiquetas inteligentes (RFID) uma forma de dar mais agilidade e eficiência à sua linha de produção.

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O diretor de tecnologia da companhia para a América Latina, Cláudio Martins, explica que a fábrica existe “desde o final da década de 20”, mas, mesmo assim, é considerada “uma das mais flexíveis do mundo”.

Com o início da linha de produção do Vectra, a montadora enfrentou grande quantidade de modificações físicas na fábrica.

Para evitar ter de ampliar a unidade e, ao mesmo tempo, como forma de agilizar o trabalho, a empresa opta por pintar todas as carrocerias de uma mesma cor antes de partir para uma segunda cor e assim por diante, o que evita as trocas constantes de tinta.

A demanda do mercado, entretanto, é pelas mais variadas cores e modelos. Por isso, as etiquetas foram a solução adotada pela companhia para agilizar o atendimento de pedidos que chegam das concessionárias.

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“Cada etiqueta de RFID contém especificações como cor e modelo”, explica Martins. Dessa forma, a montadora pode identificar mais rapidamente o modelo solicitado no estoque onde todos os veículos estão guardados.

“Assim, a linha de produção se tornou mais compatível com o mercado. Houve ganho de tempo e de eficiência”, afirmou o executivo.

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