Publicidade

Negócios

Cisco aposta em modelos replicáveis de negócio no Brasil

A iniciativa, criada especificamente para os países emergentes, deve responder por 20% a 25% do crescimento da companhia nessas regiões, até o final deste ano fiscal.

Por Por Tatiana Americano, da ChannelWorld*

18 de setembro de 2007 - 08h05
página 1 de 1

Em paralelo ao lançamento de um programa global de verticalização dos parceiros (leia matéria anterior), a Cisco divulga a intenção de fortalecer a prática de RBM (Replicable Business Model ou modelo de negócios replicáveis) em território brasileiro. “Percebemos que, independente do país, os clientes de determinados segmentos de mercado têm necessidades muito parecidas. A partir dessa constatação, montamos pacotes que podem ser oferecidos por nossos canais”, conta Ricardo Moreno, diretor de desenvolvimento de negócios da fabricante para o grupo de países emergentes – 109 territórios, incluindo o Brasil, que representam 12% do faturamento total da Cisco.

De acordo com Moreno, a prática de RBM, criada e implementada exclusivamente para os países emergentes, já contempla 14 diferentes ofertas desenvolvidas pela Cisco. “Na realidade, transformamos as demandas de determinados mercados em regras, bem como oferecemos estudos de caso, modelos financeiros de sucesso e formas de negócio que podem ser aplicados facilmente pelos canais”, detalha o diretor. Ainda segundo ele, isso reduz o tempo de pré-vendas e implementação das tecnologias, ao mesmo tempo em que facilita a entrada do canal em segmentos específicos.

Sobre os atuais RBMs fornecidos pela fabricante a seus parceiros, o executivo revela que quatro deles têm foco em provedores de serviço, seis deles são voltados ao setor de Enterprise (empresas) e outros seis modelos foram criados especificamente para o setor público. Quanto ao quarto mercado de atuação da Cisco, que compreende as pequenas e médias empresas, Moreno revela que, neste momento, a companhia está iniciando um trabalho para adaptar as ofertas criadas para as grandes empresas às necessidades dos clientes de menor porte.

“Minha meta é, até o final deste ano, ter parceiros claramente identificados para cada um dos RBMs que anunciamos”, destaca o diretor, que acrescenta: “E espero que do crescimento anual previsto pela Cisco para mercados emergentes, aproximadamente 20% a 25% venha de projetos gerados a partir desses modelos de negócios replicáveis”.

Depois de fechar o último ano fiscal (encerrado em junho de 2007) com faturamento de US$ 3,4 bilhões proveniente dos países emergentes, a Cisco projeta um acréscimo de mais de 35% nos números contabilizados para este ano.

  

Opinião do Leitor
Não há comentários para essa notícia
Publicidade
Publicidade
As mais lidas
60 melhores empresas de TI e Telecom para trabalhar

A elite do RH de TI e Telecom no Brasil

Computerworld e Instituto GPTW apresentam as Melhores Empresas de TI e Telecom para Trabalhar 2009.

Veja o Especial

Confira o ranking:

  1. Chemtech
  2. Kaizen
  3. Microsoft
  4. Cisco do Brasil
  5. Google Brasil
Veja o ranking completo com as 60 empresas
coluna tv
Newsletters
Assine a Computerworld