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Usuários apontam caminho para RFID nos telefones celulares
Participantes do evento RFID World, em Boston, EUA, mostram novas aplicações para a segunda geração de etiquetas passivas e ativas da tecnologia.
Por IDG News Service
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Uma das maneiras de aumentar a utilização de RFID, garantindo a segurança e confiança na autenticação, está em combinar a tecnologia de identificação por radiofreqüência com outros dispositivos, entre eles, com telefone celular.
Um dos participantes do evento RFID World, Russ Lamer, disse que está na fase inicial de investigação sobre como colocar o RFID em telefones celulares para que os caminhões de sua frota possam ater uma espécie de “passe rápido” que permita o pagamento da conta de combustível em postos.
Gerente de tecnologias emergentes da Wright Express, ele disse que os cupons de desconto de combustível também serão entregues sem fio para os aparelhos.
Outros participantes se mostraram interessados com a tecnologia apresentada pelo MIT que apontava como tendências similares ao RFID poderiam ser usadas para pacientes com diabetes checarem várias vezes ao dia o nível de açúcar no sangue com seu telefone celular, recebendo os dados de um adesivo com chip colocado em seu braço.
Já Steven Georgevitch, gerente sênior de supply chain da Boeing Integrated Defense Systems, disse que os gestores de TI devem planejar maneiras de bloquear a interferência de freqüências de rádio nas tecnologias sem fio, especialmente em grandes corporações com diversas aplicações wireless.
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Na Boeing, conta o executivo, há uma variedade de tecnologias sem fio, de etiquetas passivas e ativas de RFID, para o GPS e outras dois serviços de localização sem fio. Os crachás dos funcionários também usam tecnologia de rádio por aproximação, com a qual os empregados são identificados ao passarem próximos aos leitores de RFID, disse Georgevitch.
Com a grande parte do espectro ainda sem regulamentação, Georgevitch ressaltou a necessidade de cuidados com as interferências de freqüências de rádio nas tecnologias sem fio. “Todos querem usar RFID, Bluetooth ou 802.11. As colisões são inevitáveis”, disse.
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