Negócios
Apple pode ser a próxima na mira antitruste da Europa
Por IDG News Service
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O comunicado de objeções afirma que os consumidores estão sendo prejudicados em seu direito de escolha sobre onde comprar músicas - porque cada versão do iTunes em um país somente aceita pedidos de consumidores que vivem naquele país - e nos preços. Os preços do iTunes variam de acordo com o país.
Mas a comissão esclareceu em abril que não se trata de chamar a Apple de uma segunda Microsoft. "A declaração de objeções não alega que a Apple esteja em uma posição de mercado dominante", disse o grupo naquele período.
Ontem, Kroes subestimou qualquer ligação entre a rejeição da corte à apelação da Microsoft e a possibilidade de uma ação contra outras companhias de tecnologia americanas. "Você pode ouvir estórias assustadoras sobre supostas conseqüências negativas dessas regras para outras companhias", disse ela durante uma conferência de imprensa na segunda-feira (17/09).
"Deixe-me esclarecer. Há uma companhia que terá de mudar seu comportamento ilegal como resultado desta regra: a Microsoft", reiterou. A própria Microsoft, no entanto, pensa de forma diferente.
Em sua própria coletiva de imprensa, na terça (18/09), Brad Smith, advogado da Microsoft, repetidamente citou a Apple. "A Apple tem algo como 70% do mercado de músicas digitais", disse ele. "O iTunes é de longe a fonte líder para música na internet e o iPod é de longe o dispositivo líder para ouvir músicas digitais".
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