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Negócios

Com dívidas reduzidas, GVT alcança lucro de R$ 41 milhões

Captação em bolsa ajuda companhia a diminuir o endividamento e se beneficiar de ganhos com aplicações financeiras. Vendas no trimestre crescem 28%.

Por Redacão do COMPUTERWORLD

10 de outubro de 2007 - 07h35
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ATUALIZADA: 10/10 às 13h00

A GVT, companhia que estreou no Novo Mercado da Bovespa em fevereiro deste ano, reverteu as perdas de 26,3 milhões de reais do terceiro trimestre de 2006 e conseguiu um lucro líquido de 41,24 milhões em igual período deste ano.

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Depois da captação na bolsa, a companhia reduziu o endividamento e, com isso, as despesas financeiras. Ela ainda teve ganhos com a variação cambial e aplicações financeiras, o que beneficiou seu resultado final.

A operadora alcançou uma receita líquida de 259 milhões de reais no terceiro trimestre do ano, um aumento de 28% sobre igual período de 2006.

Da receita alcançada, 180 milhões de reais foram gerados no varejo e nas pequenas e médias empresas, 60 milhões de reais no segmento corporativo e 19 milhões de reais com tráfego de internet (a empresa controla o provedor POP).

As unidades de negócios de varejo e corporativo foram as grandes responsáveis pelo bom desempenho, enquanto o setor de internet ficou estável, mesmo com a queda de cerca de 8% em faturamento do provedor gratuito POP. "A queda foi motivada pela maior penetração de banda larga e com a confusão causada pela mudança na cobrança de pulsos para minutos, os clientes acham que estão pagando mais na nova realidade", relata Karles Kruklis, vice-presidente administrativo e de finanças da GVT, em teleconferência sobre os resultados financeiros.

O executivo destacou que o serviço de VoIP VONO registrou um crescimento impressionante, quase dobrando seus assinantes no terceiro trimestre de 2007, de 33,94 mil para 66,69 mil usuários. Hoje, ele representa 12% da receita total da unidade de internet.

No período de julho a setembro, a GVT alcançou 1,17 milhão de linhas telefônicas locais, com aumento de 29,7% sobre o mesmo intervalo de 2006.

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O total de assinantes de banda larga cresceu 82%, para 212,86 mil acessos. Já o total de linhas corporativas cresceu 41,3%, para 250 mil linhas.

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