Publicidade

COMPUTERWORLD - O portal voz do mercado de TI e Comunicação

A central de whitepapers de tecnologia da COMPUTERWORLD

Negócios

Justiça determina prisão temporária de executivos da Cisco e da Mude

Pedro Ripper, presidente da Cisco do Brasil, e Marcos Sena, diretor de canais da empresa, tiveram prisão temporária decretada.

Redação do IDG

16 de outubro de 2007 - 18h53
página 1 de 3

O juiz federal Alexandre Cassetari, da 4ª Vara Federal Criminal da Justiça Federal do Estado de São Paulo, determinou o cumprimento de 41 pedidos de prisão temporária de envolvidos na chamada “Operação Persona”, de sonegação fiscal e descaminho, deflagrada nesta terça-feira (16/10) pela Receita Federal, em conjunto com a Polícia Federal e o Ministério Público Federal.

Leia também:
Cisco afirma que irá cooperar com investigação da PF
Receita e PF fazem operação para combater fraudes em importações
Executivos da Cisco e da Mude são detidos em operação da PF

A ordem judicial, segundo o comunicado transmitido na tarde de hoje, inclui a expedição de 14 mandados de prisão temporária para os representantes legais da empresas Cisco do Brasil e Mude - investigados do primeiro nível da quadrilha apelidados de "Chefes".

De acordo com fontes ligadas às investigações, os executivos Pedro Ripper, presidente da Cisco do Brasil, e Marcos Sena, diretor de canais da Cisco Brasil tiveram prisão temporária decretada hoje. Ripper foi detido em sua residência, no Rio de Janeiro, e tem prisão preventiva decretada até sábado (20/10).

A Justiça Federal também emitiu um mandado de prisão temporária para "o ex-presidente da Cisco Brasil, por indícios de ter ainda grande participação na atividade diária da empresa Cisco e da empresa Mude.

Segundo outra fonte, existe ainda um mandado de segurança no nome de Carlos Carnevalli, ex-vice-presidente da companhia na América Latina, um indício que o executivo também estaria envolvido nas investigações.

Conforme explica o juiz, o grau de participação e poder de comando fizeram com que a polícia dividisse os investigados em grupos para a correta identificação de cada um e de sua atuação. Os primeiros vinte investigados foram postos no primeiro nível e chamados de "Chefes", os investigados do segundo nível foram chamados de "Gerentes" e os do terceiro nível foram chamados de "Colaboradores".

Importação simulada
A Justiça Federal detalha que os pedidos de prisão foram iniciados em 27 de setembro e 3 de outubro para "investigar uma organização criminosa que importa produtos eletrônicos e de telecomunicação de forma simulada, com o fim de ocultar os verdadeiros importadores e exportadores e obter redução de tributos devidos em razão dessas importações. As autoridades policiais pediram, então, prisão temporária de vários dos investigados, buscas e apreensões e seqüestro de bens."

Publicidade
As mais lidas
Especial - IT Leaders 2011

Cloud computing é difícil?

Cloud computing é difícil?

O ITBOARD materializa a nova plataforma de conversas do Século XXI. Concentra o diálogo sobre tecnologia e inovação movido a tweets de quem está imerso nesses assuntos. ENTRE NA CONVERSA

Publicidade
Publicidade
Publicidade
Newsletters
Assine a Computerworld