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Negócios

Ingram Micro nega envolvimento em investigações da Cisco

No documento, supostamente endereçado aos parceiros da companhia, o distribuidor informa não fazer parte nos eventos mencionados pela PF.

Por Por ChannelWorld

24 de outubro de 2007 - 19h10
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Depois de mais de uma semana em silêncio, a Ingram Micro, uma das distribuidora da Cisco no Brasil (além da Mude e da Nagem), enviou um comunicado aos seus parceiros, no qual nega ter ligação com as investigações da Operação Persona,  envolvendo a fabricante norte-americana.

No documento (leia abaixo), a distribuidora, que teve Carlos Negri mencionado em algumas matérias ligadas às investigações realizadas pela Polícia Federal dentro da Operação Persona, informa que "qualquer alegação ou reportagem indicando que as premissas e ações da nossa Companhia têm ligação com tais ações e/ou que nossos representantes legais e executivos foram presos pelas autoridades brasileiras está incorreta e não possui qualquer fundamentação".

A redação da ChannelWorld procurou a Ingram Micro e não obteve, até o momento, um pronunciamento oficial.

Leia comunicado na íntegra

Nos últimos dias, você deve ter ouvido e lido recentes notícias e reportagens, especificamente as datadas de 16/10/2007, a respeito da chamada “Operação Persona”, em que as autoridades brasileiras realizaram diversas ações no Brasil relacionadas com as alegações de supostos esquemas de evasão de taxas e impostos, supostamente comandada pela Cisco e pelas distribuidoras dos produtos da Cisco no Brasil.

Nós gostaríamos de informá-lo que a INGRAM MICRO BRASIL, uma distribuidora dos produtos da Cisco no Brasil, não está envolvida em quaisquer dos eventos ora mencionados.

Assim sendo, qualquer alegação ou reportagem indicando que as premissas e ações da nossa Companhia têm ligação com tais ações e/ou que nossos representantes legais e executivos foram presos pelas autoridades brasileiras está incorreta e não possui qualquer fundamentação.

A INGRAM MICRO tem orgulho de suas práticas comerciais e age fielmente de acordo com as regras e regulamentos específicos de cada país em relação às suas condutas comerciais.

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