Negócios
Qual o impacto do escândalo Cisco no mercado?
Acompanhe as manifestações recebidas até agora dos leitores do COMPUTERWORLD, convidados a opinar sobre a operação Persona, onde empresas de TI são investigadas.
Por Redação do COMPUTERWORLD
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Assim que foi deflagrada a operação Persona, da Polícia Federal e Receita, para investigar suposto esquema fraudulento de importação de equipamentos envolvendo empresas de TI, como Cisco e Mude, o COMPUTERWORLD convidou os leitores a darem sua opinião sobre o caso através de e-mail.
Agora, abrimos espaço aos leitores que já se manifestaram e publicamos a seguir as mensagens recebidas. Ressaltamos que o COMPUTERWORLD não se responsabiliza ou compartilha com as opiniões livremente manifestadas pelos leitores. Elas são de inteira responsabilidade de seus autores. Acompanhe os comentários:
"Na minha opinião esta prática não é tão incomum assim no mercado, o que pode desencadear novas investigações e novas empresas de grande porte deverão ser atingidas. Mais uma vez a hipocrisia brasileira opera. Sonega-se pelo alto porte das taxas e inibe-se o comércio legal, levando empresas à marginalidade e privilegiando grupos, que têm isenções astronômicas, o que acaba afetando o mercado de pequenos integradores e revendas que hoje são marginalizadas.
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Nem todas operam com o mercado ilegal, tem gente séria no mercado que não pode se benificiar nas MPS que se dizem do Bem, bem dos grandes grupos enconômicos, que geralmente são internacionais. Esta é minha modesta opinião.
Emerson Cotta
O Brasil, País de segunda categoria
Não tenho a mínima dúvida que a Cisco fez práticas ilegais de importação de equipamentos para o Brasil através de empresas usadas como "laranjas" na verdade as empresas não são tão laranjas assim, até porque o conceito de laranja é aplicado para aqueles que desconhecem o que estão fazendo, o que não é o caso das empresas que importavam equipamentos da CISCO Americana. Não venham me dizer que a Mude, Waytec, ABC, What´s up e outras são laranjas, uma vez que sabem muito bem que importam com preços sub-faturados e divididos: parte em hardware e parte em software, no intuíto de chegar a um preço do equipamento posto no Brasil com o menor custo de estoque possível. Sub-faturamento aliado a pseudo zonas de desenvolvimento de tecnologia de ponta, como é o Polo de Tecnologia de Ilhéus, levam a distorções tais como, as que foi descoberta no caso da CISCO.
Luiz Roberto - 24 Out 2007, 19h59
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