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Ingram Micro informa a parceiros que não está envolvida no caso Cisco
Em comunicado a parceiros, empresa declara que não teve relação com o caso e que qualquer citação do nome da companhia no episódio não tem fundamentação.
Por Redação do COMPUTERWORLD
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Desde que foi deflagrada a Operação Persona pela Polícia Federal e Receita – para investigar suposto esquema fraudulento de importação de equipamentos envolvendo empresas de TI, como Cisco e Mude – poucas empresas do setor se pronunciaram.
No entanto, o COMPUTERWORLD teve acesso a um comunicado enviado pela Ingram Micro a parceiros e consumidores em que a distribuidora diz não estar envolvida em quaisquer dos eventos relacionados à operação Persona.
Leia o comunicado na íntegra:
Prezado Parceiro/Consumidor,
Nos últimos dias, você deve ter ouvido e lido recentes notícias e reportagens, especificamente as datadas de 16/10/2007, a respeito da chamada “Operação Persona”, em que as autoridades brasileiras realizaram diversas ações no Brasil relacionadas com as alegações de supostos esquemas de evasão de taxas e impostos, supostamente comandada pela Cisco e pelas distribuidoras dos produtos da Cisco no Brasil.
Nós gostaríamos de informá-lo que a INGRAM MICRO BRASIL, uma distribuidora dos produtos da Cisco no Brasil, não está envolvida em quaisquer dos eventos ora mencionados.
Assim sendo, qualquer alegação ou reportagem indicando que as premissas e ações da nossa companhia têm ligação com tais ações e/ou que nossos representantes legais e executivos foram presos pelas autoridades brasileiras está incorreta e não possui qualquer fundamentação.
A INGRAM MICRO tem orgulho de suas práticas comerciais e age fielmente de acordo com as regras e regulamentos específicos de cada país em relação às suas condutas comerciais.
Esperamos, com este comunicado, ter esclarecido todas as suas eventuais dúvidas e questionamentos.
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O suposto envolvimento da Cisco e da Mude em fraudes fiscais, investigadas pela Polícia Federal, ocupou boa parte do noticiário brasileiro nesta semana. Em sua opinião, qual o impacto que o escândalo deve ter no mercado de TI? Envie um e-mail com seu comentário para editor@computerworld.com.br.
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