Negócios
Problemas na cadeia
Por Por Redação ChannelWorld
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Ainda de acordo com a Polícia Federal, as investigações tiveram início há cerca de dois anos, a partir da denúncia de um ex-funcionário de alguma das empresas envolvidas.
Versões oficiais
Enquanto os executivos da Cisco e da Mude permanecem em absoluto silêncio, as empresas emitiram comunicados à imprensa nos quais, ambas, enfatizam estar cooperando plenamente com as autoridades brasileiras na investigação do suposto esquema.
“Destacamos que a Cisco não importa produtos diretamente para o Brasil. As importações são feitas por revendedores”, afirma a fabricante no documento oficial, rebatendo assim a afirmação do Ministério Público de que a subsidiária seria a real importadora no processo. Ainda no mesmo documento, a fabricante assumiu que está abrindo uma meticulosa investigação interna para apurar qualquer irregularidade.
Da mesma forma, a distribuidora Mude emitiu um comunicado oficial no qual reitera que está trabalhando para superar rapidamente os impactos da investigação e retomar a partir da qual a companhia passou a operar de maneira parcial.
Ainda no documento, a companhia destaca sua idoneidade ao se intitular "empresa brasileira com 3 anos de atuação no mercado nacional, cujo posicionamento sempre foi pautado pela seriedade e compromisso com o respeito às leis e cumprimento de suas obrigações fiscais". Vale destacar, no entanto, que a distribuidora – diferente da informação do documento – atua no País desde 2001. A divergência de datas, segundo a assessoria de imprensa do grupo, está relacionada a mudanças recentes no contrato social da companhia.
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