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PC Legal troca de sócio e projeta faturar R$ 400 mi em 2008

A fabricante, que passou a distribuir seus equipamentos por meio da Network1 no início de outubro, tem planos de abrir capital na Bolsa de Valores de São Paulo em 2009.

Por Denise Sammarone, da ChannelWorld

26 de outubro de 2007 - 12h22
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A PC Legal do Brasil, fabricante brasileira de PCs e laptops, prepara-se para anunciar um novo investidor em novembro. De acordo com Graciano Santos Neto, presidente da companhia e que detém 50% de participação em seu capital, o futuro acionista, que terá seu nome mantido em sigilo enquanto o acordo está sendo finalizado, advém da área de TI.

A Palmarium, que detinha os outros 50% de participação na PC Legal, deixou a sociedade em uma negociação finalizada em setembro, depois de cerca de um ano de parceria.

Segundo Neto, o grupo, que atua em ramos muito diversificados, como o de comércio eletrônico, de cosméticos e de seguros, já não estava mais alinhado às estratégias da fabricante. “Precisávamos de um parceiro com conhecimento na área de TI”, indica o executivo, sem dar mais detalhes do novo acordo.

No planejamento da PC Legal, que pretende, a partir de 2008, montar e comercializar 50 mil equipamentos, ao mês, entre desktops e laptops, está um faturamento de 400 milhões de reais no próximo ano fiscal. Com isso, revela Neto, a fabricante estará apta a abrir capital na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa).

De acordo com as projeções do executivo, a empresa deve encerrar este ano com um faturamento de 60 milhões de reais. Ou seja, Neto pretende multiplicar seu faturamento por seis em um prazo curto.

Para tal, indica o presidente, a companhia vem assinando acordos com prefeituras e governos para a venda de equipamentos consignados, além de redes de grandes varejistas e entidades de classe, como a Fiesp, além, da Network1, distribuidora que detém contrato de exclusividade até o final de 2008, a qual deve mobilizar cerca de 7 mil canais voltados ao corporativo.

Na avaliação do presidente da PC Legal, que se espelha e compete no mesmo nicho em que a Positivo, ou seja, de computadores de entrada e de baixo custo, voltados à inclusão digital, há espaço para mais quatro players. “O ingresso na Bolsa é o caminho natural para uma empresa cujo mercado tem projeções exponenciais até 2011”, estima Neto.

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A PC Legal terceiriza a produção com três integradores, sendo a Mazer, em Ilhéus (Bahia), a Ilha Service, em Florianópolis (Santa Catarina), e a FIC, em Santa Rita do Sapucaí (Minas Gerais).

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