Negócios
Clientes da Cisco negam contato da PF ou envolvimento com operação Persona
Procuradas para comentar notícias do final de semana, Promon diz que não houve contato por parte das autoridades e CPM Braxis nega envolvimento com o caso.
Por Por Redação Computerworld
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Alguns dos grandes clientes e parceiros da Cisco que poderão ser investigados
pela Polícia Federal como parte da operação Persona, conforme informou
a imprensa ao longo do último final de semana, se manifestaram nesta
segunda-feira (29/10) a respeito das relações com a empresa.
A CPM Braxis informou que não tem qualquer envolvimento com o caso, mas que mesmo assim, está à disposição das autoridades para ajudar no que for preciso.
Já a Promon declarou que até o momento as autoridades não entraram em contato. Fonte da companhia já havia salientado, no início das notícias sobre a operação, que a Promon importa diretamente os equipamentos da Cisco porque os consome em grandes quantidades em seus projetos de integração.
A IBM, procurada pela reportagem do COMPUTERWORLD por também ter tido seu nome no noticiário, até agora não se pronunciou sobre os acontecimentos.
O jornal Folha de S. Paulo divulgou no domingo (28/10) que a Receita e a Polícia Federal querem saber se os grandes clientes da Cisco no País tiveram alguma participação na suposta fraude na importação de produtos ou se foram apenas beneficiários.
A operação Persona conduzida pelos dois órgãos se tornou pública no dia 16 de outubro e já resultou na detenção de vários executivos da Cisco e também da distribuidora Mude. Entre os ainda detidos está o vice-presidente da Cisco para América Latina e Caribe, Carlos Carnevali, além de executivos da distribuidora e auditores da Receita Federal.Para acessar as notícias relativas à investigação, veja também: Problemas na Cadeia
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