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Negócios

Clientes da Cisco negam contato da PF ou envolvimento com operação Persona

Procuradas para comentar notícias do final de semana, Promon diz que não houve contato por parte das autoridades e CPM Braxis nega envolvimento com o caso.

Por Redação do COMPUTERWORLD

29 de outubro de 2007 - 13h40
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ATUALIZADA ÀS 14H45 - Alguns dos grandes clientes da Cisco que poderão ser investigados pela Polícia Federal como parte da operação Persona, conforme informou a imprensa ao longo do último final de semana, se manifestaram nesta segunda-feira (29/10) a respeito das relações com a empresa.

A CPM Braxis informou que não tem qualquer envolvimento com o caso, mas que mesmo assim, está à  disposição das autoridades para ajudar no que for preciso.

Já a Promon declarou que até o momento as autoridades não entraram em contato. Fonte da companhia já havia salientado, no início das notícias sobre a operação, que a Promon importa diretamente os equipamentos da Cisco porque os consome em grandes quantidades em seus projetos de integração.

A IBM, que também teve seu nome no noticiário, informou que não vai se pronunciar porque não é alvo das investigações. Entretanto, caso procurada, vai colaborar.

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O jornal Folha de S. Paulo divulgou no domingo (28/10) que a Receita e a Polícia Federal querem saber se os grandes clientes da Cisco no País tiveram alguma participação na suposta fraude na importação de produtos ou se foram apenas beneficiários.

A operação Persona conduzida pelos dois órgãos se tornou pública no dia 16 de outubro e já resultou na detenção de vários executivos da Cisco e também da distribuidora Mude. Entre os ainda detidos está o vice-presidente da Cisco para América Latina e Caribe, Carlos Carnevali, além de executivos da distribuidora e auditores da Receita Federal.

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