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Batalha nos computadores pessoais: Macs versus PCs

Falta de aplicações corporativas e o pouco incentivo aos ISVs (desenvolvedores independentes de software) inibe a adoção de Macs na maior parte das companhias.

Por Networkworld, EUA

30 de outubro de 2007 - 06h30
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Os Macs pertencem às firmas de design, departamentos de arte, escolas e outros do gênero, mas nunca a data centers corporativos – este é um território dos PCs. Ponto final? Não, provavelmente não, especialmente se você falar com aqueles que usam rotineiramente Macs e com o usuários de Mac que não são de nenhum desses mundos citados.

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Quando o Macintosh foi lançado em 1984, a Apple trouxe o conceito de uma interface gráfica mais agradável para o usuário. O IBM PC, que surgiu em 1981, usava uma interface mais familiar para usuários do que as da época – uma baseada em texto ASCII.

No momento da introdução do Mac em 1984, a propaganda trazia um personagem (inspirado em uma cena de Ridley Scott) que joga um martelo na tela de um computador baseado em texto IBM, em uma tentativa de inspirar legiões de pessoas a trocar um PC para o que a Apple dizia ser o Mac com a interface mais amigável com o usuário.

Depois do drama do lançamento, as vendas de 2,5 mil dólares de Macintosh aumentaram. Em setembro de 1985, cerca de 20 meses depois, 500 mil Macs foram vendidos.

Alguns dizem que o foco da Apple foi a área errada – o Macintosh que, embarcado com o MacWrite e o MacPaint para mostrar o GUI, não foi um atrativo para desenvolvedores de aplicações. As aplicações para Mac precisavam ser completamente reescritas e exceto para um grupo de fabricantes de software independentes (ISVs), a portabilidade de aplicações não aconteceu.

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“Quando a Apple trouxe um Macintosh para nos mostrar, eu perguntei: onde estão as aplicações de negócios, como o VisiCalc e uma base de dados?”, diz Jim Bagley, que já foi vice-presidente de marketing para a Radix. Pessoas criativas - do mundo das agências publicitárias e profissionais de vídeo - permanecem fáceis de serem conquistadas pela Apple, inspirada em programas como o PageMaker, o PhotoShop e o Macromedia e FreeHand, que primeiramente funcionaram em um Mac.

O IBM PC, por outro lado, atraiu os ISVs – companhias escreveram aplicações de negócios para ele. Uma das primeiras foi o Lotus 1-2-3 lançado em 1981. O programa não ficou disponível nos novos Macs até 1991.

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