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Negócios

Ética em TI: segredos obscuros, verdades ameaçadoras – e pouca orientação

Por Redação do COMPUTERWORLD*

08 de novembro de 2007 - 07h05
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Isso lhes dá o poder e a responsabilidade de monitorar e denunciar funcionários que violam as regras da empresa. Os profissionais de TI também podem descobrir evidência de que um colega de trabalho está desviando fundos ou se sentirem tentados a bisbilhotar informação confidencial sobre salário ou e-mails pessoais. Mas existe pouca orientação sobre o que fazer nestas situações desagradáveis.

No caso do executivo que via pornografia, Bryan não teve problemas – tampouco o executivo, que deu “uma explicação bizarra”, aceita pela empresa, recorda Bryan. Ele pensou em procurar o FBI, mas a bolha da internet tinha acabado de estourar e estava difícil arranjar emprego. “Foi uma decisão difícil”, admite Bryan. “Mas eu tinha uma família para sustentar.”

Teoricamente, o comportamento ético é governado por leis, políticas corporativas, ética profissional e julgamento pessoal. Mas, como os profissionais de TI descobrem o tempo todo, encontrar o caminho na mata espinhosa pode ser um dos piores desafios de suas carreiras.

Talvez Bryan ficasse com a consciência aliviada se soubesse que fez exatamente o que a advogada trabalhista Linn Hynds, sócia principal da Honigman Miller Schwartz and Cohn, teria aconselhado neste caso. “Deixe a empresa lidar com o problema”, diz ela. “Informe sobre as violações à pessoa certa na empresa e mostre a prova. Depois, deixe nas mãos das pessoas encarregadas de decidir.”

Preenchendo a lacuna 
Em condições ideais, as políticas corporativas começam onde a lei pára, governando a ética no trabalho para clarear áreas cinzas e remover da equação, o máximo possível, o julgamento pessoal.

Opinião do Leitor [2 comentários]

Ter e não ser proprietário

Quando se retem algo de alguem sem sua permissão isso é roubo, nem que seja por pouco tempo, visualziar informações e passar a superiores, ao meu ver, tem todo o direito de acordo com a posição dentro da empresa, mas fazer copias ou retirar informações de outro de dentro da empresa é ROUBO. Por isso muitas vezes é melhor realmente levar a outro nível a informação adquirida, para que não comprometa a sua posição dentro da mesma.Parabéns pela matéria.
Paulo Roberto - 19 Nov 2007, 18h42

Existe código de ética

Os casos apresentados no artigo estão relacionados com a segurança da informação e ao contrário do que cita o artigo existe um código de ética para todos os profissionais certificados pela (ISC)2, na integra no link a seguir:

https://www.isc2.org/cgi-bin/content.cgi?category=12

Assim sendo não só médicos e advogados devem seguir um código de ética relacionado a profissão, todos os profissionais da segurança da informação que detenham uma certificação e/ou estejam associados a entidades relacionadas com esta área tem um código de ética que deve ser seguido.
Ricardo - 11 Nov 2007, 16h25
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