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Negócios

Diretor da Red Network descarta acordo de distribuição com a Cisco

Fernando Munhoz justifica o fato da Cisco constar no portfólio de produtos da distribuidora como uma forma de oferecer serviços adicionais às suas revendas.

Por Tatiana Americano, da ChannelWorld

09 de novembro de 2007 - 08h20
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Em resposta à divulgação de que a Red Network estava posicionada como possível distribuidora da Cisco no País, ao divulgar em sua página da internet a marca como parte dos produtos comercializados para as revendas, Fernando Munhoz, diretor-comercial da Red Network, nega que a companhia tenha se posicionado como distribuidora da marca no País e atribui a relação das companhias a um mal entendido.

"Na verdade, colocamos os produtos da Cisco no site para o caso de canais que queiram nos utilizar para adquirir algum equipamento da empresa", defende Munhoz, que acrescenta: "Nesses casos, eu compro dos distribuidores autorizados no País como qualquer revenda".

De acordo com o executivo, a maior parte das negociações eram realizadas com a Mude, porém, o diretor afirma que não tinha qualquer condição especial de preço.

Segundo Munhoz, neste ano, dos 15 milhões de de reais faturamento projetados pela distribuidora, 1% devem ser proveniente das vendas de equipamentos Cisco. "Da mesma forma, também não trabalho como distribuidor 3Com e tenho os produtos da empresa citados no site", define o executivo.

Ele afirma que, apesar de já ter atuado como distribuidor da 3Com no País, hoje a Red Network optou por adquirir os produtos da marca da Network1. "A diferença, nesse caso, é que com eles temos um acordo no qual conseguimos preços diferenciados", afirma o executivo, citando assim que a empresa funciona como uma espécie de subdistribuidor da 3Com.

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Munhoz aproveitou também para defender que a postura da Cisco Brasil de manter apenas a Ingram Micro como sua única distribuidora no País pode não ser adequada. "Acho perigoso ficar na mão de uma empresa só", considera o diretor. "Até gostaria de trabalhar com a empresa, mas eles sempre foram muito fechados", conclui o executivo.


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