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Negócios

Educação corporativa

Estruturada para ser uma multinacional, a iFactory investe na capacitação, atrelada a planos de carreira, como forma de reter seus profissionais e garantir o crescimento a longo prazo

Por Denise Sammarone

10 de novembro de 2007 - 00h00
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A pesar da pouca idade, os sócios da integradora brasileira iFactory, Adriano Patrão, de 26 anos, e Carlos Henrique Andrade, de 32 anos, são um exemplo de como a maturidade na gestão das pessoas pode fazer a diferença nas empresas do canal. Com uma trajetória de quatro anos no setor, os executivos comandam um negócio de R$ 10 milhões ao ano e, em 2008, projetam crescer 100%.

O segredo do sucesso, explica Patrão, está em, além de ter um forte alinhamento com seu principal parceiro, a Vignette – especializada em soluções para gestão de conteúdo web e de portais de negócios –, apostar na formação da melhor equipe de profissionais. Para tanto, uma das propostas da integradora está balizada no plano de carreira de seus colaboradores. “E não fica só no discurso ou somente no apoio à certificação técnica, que é trivial para qualquer empresa de TI”, afirma o sócio, que completa “Olhamos os profissionais sob alguns prismas: capacitação, salário e comportamento”.

A empresa, que em 2004, seu primeiro ano de operação, contava com apenas quatro funcionários na sua sede, em São Paulo (SP), hoje mantém 53 colaboradores. Porém, já tem capacidade para absorver outros 30 profissionais, graças à recente expansão da capacidade de sua fábrica de software, localizada em Fortaleza (CE). Esse crescimento quase explosivo, obrigou a integradora a criar um organograma, baseado na experiência e na especialização de seus colaboradores, e que hoje representa a matriz para definir cargos, salários e planos de carreira de toda a iFactory.

Dessa forma, explica Patrão, a companhia tem condições de remunerar e reconhecer os profissionais por sua evolução dentro da empresa. “Assim, fica transparente para os colaboradores que a iFactory investe e premia cada um por sua dedicação e busca do conhecimento”, indica o sócio, que adiciona: “E com o escritório nos Estados Unidos, montado em março de 2007, os melhores profissionais também podem desejar uma carreira internacional”.

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