Negócios
São Paulo foi responsável pelo consumo de mais de 60% de produtos piratas no Brasil
Por Daniela Braun, do IDG Now!
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As outras duas ações, segundo Gomes, são promover campanhas educativas sobre os efeitos deste consumo a crianças e adultos e aplicar medidas econômicas como incentivar a criação de linhas populares de produtos pela indústria nacional.
"É preciso se conscientizar de que a compra de um produto pirata faz mal a você, embora ache que faz bem a seu bolso", reforça a secretária do CNPC. Segundo estimativas da Organização das Nações Unidas, a pirataria representa 5% a 7% do trade mundial, ou mais de 600 bilhões de dólares por ano.
Gomes ressalta que o Brasil não é um produtor, mas sim um consumidor significativo de produtos piratas, vindos especialmente do sudeste asiático. "Mais de 76% dos produtos piratas consumidor no Brasil vêm de fora (...). O que é produzido localmente são mais CDs e DVDs", afirma. Mesmo assim, segundo ela, existem CDs piratas com trabalhos de artistas nacionais já vem gravados da Ásia.
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De janeiro a setembro deste ano a Receita Federal apreendeu mais de 776,7 milhões de reais em mercadorias pirateadas - valor que já ultrapassou 1 bilhão de reais nas estimativas do CNPC até o momento. No ano passado foram realizadas 1.030 operações de busca e apreensão de produtos ilegais no país. Este ano, até o mês de agosto, o volume de operações foi de 1.396.
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