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Negócios

Thin versus Fat: O plano do Google para exterminar o Office

Por InfoWorld, EUA

26 de novembro de 2007 - 07h05
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Todos nós sabemos que a Microsoft também tropeçou com suas ofertas, precisando de várias versões para entregar aplicações extremamente úteis e estáveis. Portanto, é fácil imaginar que o Google acabará seguindo a mesma estratégia de “longo percurso” e superando a Microsoft. Mas é uma vergonha que não tenha, antes de tudo, encurtado o percurso evitando os tropeços.

Primeiro o Google precisa reforçar suas soluções atuais. Acesso offline e persistência são dois grandes obstáculos técnicos que o Google só começou a abordar há pouco tempo com a iniciativa Gears. O Google tem que expandir esta funcionalidade para as aplicações Documents, Spreadsheets e Presentations – e rapidamente.

Mas o recente projeto Android da empresa roubou muita atenção da iniciativa Google Apps, o que poderá desviar o olhar do Google da recompensa Office. Executivos do Google precisam redirecionar o foco para o objetivo maior: destronar a Microsoft e não deixar que muitas grandes inciativas atrapalhem umas às outras. O Google também não pode se deixar aprisionar em uma infinidade de projetos secundários que talvez apresentem retorno limitado do investimento.

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O Google não é capaz de fazer tudo isso sozinho. A empresa pode contratar quantos gênios quiser, mas não resolveria um problema fundamental: a web não é um monolito que uma empresa apenas pode controlar. O vencedor faz parte de um grande time que, unido, produz os melhores resultados e tem interesse financeiro em ver a equipe alcançar êxito. Neste aspecto, a parcimônia de ISVs do Google é um problema.

É preciso mais do que visão para mudar o mundo. É preciso incentivo, e para a Google isso significa criar um verdadeiro canal de desenvolvedores, capaz de traduzir toda a tecnologia fantástica da empresa em aplicações comerciais inovadoras que satisfazem os requisitos dos clientes.

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