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Negócios

InfoServer inicia exportação e quer 15% da receita com vendas externas em 2008

Empresa mira negócios com segurança em transações eletrônicas fora do Brasil e, com essa e outras estratégias, pretende crescer entre 30% e 40% nos próximos cinco anos.

Por Luiza Dalmazo, do COMPUTERWORLD

26 de novembro de 2007 - 11h16
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Desde que apresentou seus produtos de segurança e mobilidade na CeBit do ano passado, a InfoServer, especializada em produtos de TI, passou a investir na exportação de seus sistemas de segurança. Hoje, a empresa possui três clientes na Espanha e Portugal, três na Ásia, um na Austrália e três projetos em negociação nos EUA.

De acordo com Abel Aarão, diretor técnico da empresa, a expectativa é que os negócios fora do Brasil representem 15% da receita em 2008, o que fará subir o 1 milhão de reais movimentado nesta área em 2007, que hoje é de 5%. “Um dos produtos mais bem aceitos é o token no celular, que permite com que, na hora da transação, o usuário receba um código de entre seis e oito dígitos, que viabiliza a transação bancária”, exemplifica.

A meta da InfoServer, inclusive, parece ambiciosa não só para o próximo ano. O faturamento geral neste ano deverá fechar em 36 milhões de reais, mas a companhia brasileira estima crescimento de 40% para 2008 e repetição da dose – aumentar a receita entre 30% e 40% - ano após ano até 2012.

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Para os negócios de exportação, a estratégia será fechar parcerias que garantam suporte local. Na Austrália há um acordo com a Glance Systems, que atua no setor financeiro, e também existem convênios com a SoftFinanca, de Portugal, e a InCard, que fica nos EUA. “Nossa intenção é ampliar a rede de canais na Europa, nos EUA e na Ásia para 20 revendas, sendo que algumas têm presença em 100 países”, revela.

Essa, portanto, ainda não é a maior área da companhia, que existe há 12 anos. Dos negócios totais, 20% são provenientes do desenvolvimento de produtos na área de mobilidade, 40% com licenças, 24% desenvolvimento de software e as atividades de treinamento e infra-estrutura rendem 8% cada. “Como temos essa capacidade interna de desenvolver e treinar, isso gera um diferencial, já que garantimos agilidade em implementações e customizações em cada cliente”, diz Aarão.

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