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Quando coisas ruins acontecem com bons laptops
Além de colecionar características que odiamos, os laptops também são repletos de histórias curiosas, como as coletadas pelo Computerworld americano. Acompanhe.
Por Computerworld, EUA
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Na Burlington Northern Santa Fe Railway, já houve laptop congelado (uma tela de cristal líquido é um líquido, afinal), recuperado do fundo de um lago (junto com o carro roubado) e partido ao meio (um trem, de repente, andou para trás e atropelou o laptop que estava equilibrado sobre os trilhos).
Na Atlas Air, uma vez o suporte técnico recebeu uma ligação de um usuário que estava dirigindo, usando o computador e falando no telefone ao mesmo tempo... a ligação foi encerrada com um barulho estrondoso.
E nosso favorito, um e-mail de um usuário indignado da Applied Materials:
“Você sabia que, com meu salário atual de aproximadamente 90 dólares a hora, o requisito de fazer o login/desbloquear o laptop de cinco a oito vezes por dia, incluindo erros de digitação, consome 20 minutos por dia, 2,9 horas por semana (trabalho 7 dias na semana) e 145 horas por ano (tiro 2 semanas de férias)?
“Na realidade, os requisitos de segurança para meu laptop estão custando à empresa mais de 13.000 dólares por ano. Se você multiplicar por 2.000 usuários de laptop, a necessidade de proteção está custando à empresa mais de 26 milhões de dólares anuais. Não poderíamos simplesmente desativar isso e economizar o dinheiro da empresa?”
Ou seja: “Você sabe fazer contar, não é?”
Terceirizar ou não
Já foi dito que o pessoal de TI é masoquista. E isso não poderia ser mais verdadeiro do que quando o assunto é suporte a laptop.
O suporte interno a laptops é capaz de sair mais caro para uma empresa do que o suporte a servidores, por exemplo, contabiliza Ron Silliman, analista da Gartner. Seu argumento: a maneira mais eficaz em termos de custos de suportar laptops é contratar os serviços de terceiros que ofereçam suporte no local.
Um número surpreendente de profissionais de TI não está disposto a aceitar este conselho e nem cogita terceirizar o suporte.
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A equipe da Harvard Business School tem que suportar o campus, ou corre o risco de ficar muito distante do que está acontecendo realmente. “O intercâmbio entre nós e nossos usuários é importante e define nossa cultura”, explica o CIO Stephen Laster.
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