Negócios
10 coisas que odiamos nos laptops
Na medida em que cresce a adoção dos microcomputadores portáteis, aumentam também as dores de cabeça do pessoal de TI com a sua manutenção e suporte.
Por Computerworld, EUA
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Danificado. Perdido. Roubado. Grande demais, pequeno demais. Desprotegido, não confiável. Simplesmente irritante. Se você atua no ramo de TI, não tem muito do que gostar em relação aos laptops.
Não há dúvida de que os computadores portáteis mudaram o modo como a empresa opera, a tal ponto que hoje não podemos imaginar uma vida profissional sem eles. Mas para os profissionais de TI, quer estejam lidando com usuários sujeitos a acidentes ou protegendo a rede, os laptops são um pesadelo em termos de suporte.
Alguns optam por terceirizar totalmente o suporte. Outros aderem rigidamente a padrões e tentam não levar para o lado pessoal as mensagens que recebem de usuários finais desapontados. De qualquer forma, os executivos de TI têm muito a dizer sobre laptops, mas quase nada é elogio.
E isso não deixa de ser irônico, ou talvez apenas falta de sorte, porque a venda de laptops para o setor corporativo cresce 20% por trimestre, enquanto a venda de computadores desktop cai vertiginosamente, de acordo com a consultoria IDC.
Nesta mesma época do ano que vem, prevê a IDC, o fornecimento de laptops corporativos terá ultrapassado o de desktops e a lacuna continuará a aumentar. Só em 2007, deverão ser comercializadas 31,7 milhões de unidades nos Estados Unidos.
A área de TI tem que suportar estas 31,7 milhões de máquinas com rapidez e eficiência em qualquer circunstância: quando estão abrigadas em uma filial da Starbucks, são arrastadas pelas regiões mais remotas da África ou até mesmo atropeladas por um trem e partidas ao meio.
Apresentamos abaixo, em uma ordem aleatória, 10 coisas que os profissionais de TI mais odeiam nos laptops. (Tivemos que escolher em uma lista muito longa.)
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1. A duração da bateria ainda é falha
Há muito tempo a duração da bateria é o “calcanhar de Aquiles” dos laptops. Nos modelos mais novos, a autonomia da bateria chega a quatro horas, mas não é suficiente para os usuários móveis e para os profissionais de TI que os suportam. Nem de longe.
modelo único
comparativamente com os experts em informática eu sou analfabeto, mas vislumbro uma
nova apresentação em futuro próximo, de duas alterações na estrutura básica dos com-
putadores. 1º) Computar quer dizer "contar", e isso pode ser feito com calculadoras. Era, nos
primórdios da informática, a principal função do computador, e hoje, não. Então deveríamos
eleger um novo nome para o computador. 2º) Falando agora sobre a questão dos laptops, há
que se definir uma nova apresentação dos informatizadores (PC's), que sejam ao mesmo tempo
portáteis e fixos, bastante para isso estrutar o aparelho baseando-se no monitor LCD, que agru-
paria todas as funções do desktop, e do laptop. Pode ser fixo, pode ser portátil. Problema resolvido.
Jose Sidenei - 27 Nov 2007, 11h36
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