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Negócios

Integradora prevê crescimento de 30% impulsionada por virtualização de servidores

A MD Systems, cuja receita líquida deve alcançar R$ 1,5 milhão, em 2007, projeta crescimento também nos negócios com a construção civil e no escritório carioca.

Por Por Denise Sammarone, da ChannelWorld

14 de dezembro de 2007 - 09h00
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Balanço positivo para a MD Systems, indica Vicente Moredo, diretor comercial. A integradora paulista, parceira da Citrix, HP, IBM, Microsoft, Suse Novell, Trend Micro e Wyse, e que registrou uma receita líquida de R$ 1,5 milhão este ano, cresceu 30%, em 2007. "Já projetamos um crescimento de mesmo índice para 2008", aponta Moredo.

A expectativa máxima para o próximo ano fiscal, de acordo com o diretor comercial, deve vir da explosão do mercado de virtualização de servidores. A integradora, a qual se prepara para comercializar e implementar soluções da XenSource, comprada pela Citrix, espera bater 20% da receita líquida proveniente de projetos da tecnologia.

A estratégia, revela Moredo, já está pronta: "Vamos atacar a base de 1.000 clientes", indica o executivo, complementando que o apelo deve ser sobre 10% desse montante.

Outros bons negócios são esperados da operação carioca da integradora, aberta há dois anos. A parceria com a Altec, escritório que representa a MD Systems no Rio de Janeiro, alcançou, em 2007, 10% da receita líquida. "Este número deve dobrar em 2008, a partir da nova estratégia de marketing", sinaliza Moredo.

O setor de construção civil, que esteve aquecido ao longo de 2007, também deve garantir resultados representativos para a companhia, que espera ampliar a participação da vertical de 10% para 15%.

Para aumentar os negócios no segmento, a empresa pretende investir fortemente em marketing e expandir projetos na própria base. A companhia afirma ter cinco clientes de médio e grande portes em sua base, e já estar em negociação com outras três corporações do setor. "Em 2008, o melhor resultado da construção civil deve vir dos projetos desenvolvidos junto às médias construtoras e empreendedoras", analisa Moredo, que explica ser esse filão o mais carente de soluções e, portanto, mais abertas às novas tecnologias.

O crescimento global da companhia para o próximo no fiscal, segundo a projeção do executivo, também deve ser impactado pela ampliação da receita recorrente de licenças de software, que atualmente está na casa dos 30% da receita.

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