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Venture capital: investimentos em virtualização vão continuar quentes em 2008
Quem trabalha com consumo terá mais investimentos. Mas, entre as empresas, quem receberá maior parte dos recursos dos fundos será quem atua com virtualização.
Por IDG News Service
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No próximo ano, os investimentos em start-ups que têm como alvo os consumidores devem se manter significativamente mais quentes do que em companhias que ajudam na construção das áreas corporativas, assim como tem acontecido nos últimos anos.
Entretanto, existem algumas áreas nas empresas de TI que podem ver algum interesse, de acordo com Paul Maeder, um dos fundadores da venture capital Highland Capital Partners.
Uma delas é a virtualização. “A virtualização entre a diretoria já está quente e ainda vai esquentar”, afirma Maeder. Uma vez aplicada principalmente em servidores no data center, esta técnica vai encontrar mais aplicações em como as empresas olham para as parte dos incontroláveis sistemas de TI.
“Está se tornando mais segmentado, isso vai surgir em vários lugares, mas ultimamente suas médias para a mesma coisa, que é normalmente incontrolável, trabalho intensivo e vulnerável para falhas de segurança e tornar isso seguro e mais econômico de operar”.
Outra previsão de Maeder para 2008 é que por mais tempo, a morte do software antivírus e outros produtos de segurança que permitem aos funcionários instalar e download qualquer programa que queiram em seus PCs e depois retirar o código malicioso. Em vez disso, os produtos que protegem pontos por meio somente da permissão da TI – códigos aprovados para serem instalados vão se tornar uma norma.
“Existem abordagens muito melhores para lidar com ameaças externas e elas começarão a ser apresentadas”, diz.
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Produtos antivírus não vão desaparecer da noite para o dia, Maeder acrescenta, mas vão lentamente fazer desaparecer no background na medida em que as companhias adotam esse novo modelo. “Ultimamente são os compradores corporativos que vão decidir qual é a estrutura da indústria e eles vão decidir por meio dos hábitos de consumo”, afirma.
Uma terceira tendência prevista para 2008 por Maeder é a habilidade de trabalhar em redes sem fio fechadas, como o Skype que abriu a oportunidade de transpor redes. “Operadoras até agora tem a hegemonia dos sistemas fechados, eles decidem quais aplicações vão por telefone e quais vêm por ondas no ar.
Isso resultou em uma inovação muito lenta versus uma taxa de inovação na internet aberta”, ele diz. “Eu acredito que organizadores vão encontrar formas de transpor isso e uma vez que conseguir, haverá uma enorme inovação”, decreta.
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