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2008: O ano do novo sistema operacional móvel
Muito mais opções de sistemas operacionais para celulares estarão disponíveis, para confundir a decisão dos desenvolvedores e favorecer quem quiser adotar smatphones.
Por IDG News Service
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Este ano (2007) poderia ser chamado de o ano do sistema operacional móvel. Desde que a Microsoft entrou na cena cerca de cinco anos atrás, a indústria de sistemas operacionais de smartphones ficou relativamente estabilizada. Symbian, Linux, Research in Motion e Windows Mobile formam o time dos softwares de smartphones, cada um com diferentes graus de sucesso em diferentes regiões.
Mas neste ano, a Apple introduziu o iPhone, que roda sua própria marca de software. O Google anunciou que no próximo ano a plataforma do sistema operacional Android será lançado.
A entrada de dois novos sistemas operacionais de marcas bem conhecidas balança os planos de algumas operadoras móveis, cria algumas dores de cabeça para usuários finais, apresenta grandes desafios para desenvolvedores de aplicações e indica algumas mudanças fundamentais na indústria móvel.
Para colocar a discussão em perspectiva, perceba que os smartphones fazem uma relativamente pequena porção das vendas de celulares. Em 2006, 8% dos telefones vendidos eram smartphones, segundo Chris Hazel, analista do IDC. Isso deve crescer – e espera-se que isso aconteça – mas chegar apenas a baixos números de dois dígitos.
Por que todo o interesse, então? A indústria tem grandes expectativas de que os proprietários de telefones existentes, que agora fazem parte da grande população em países desenvolvidos, vai querer se mover para a próxima geração de smartphones mais capacitados.
Além disso, operadoras estão gradualmente indicando que estão seguindo em frente em suas metas como gatekeeper (guardadores de portão) e vão permitir mais empresas externas para oferecer telefones e serviços para seus clientes, abrindo novas opoertunidades para software, hardware e companhias de web services.
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A Verizon e a AT&T recentemente fizeram anúncios indicando que estão abrindo suas redes para mais equipamentos. Enquanto usuários finais podem ter a opção de usar uma grande variedade de equipamentos, o anúncio da Verizon pelo menos vem com uma pegadinha. “É como se fosse ‘OK, nós vamos reverenciar com o que você quer, mas seja cuidadoso com o que você deseja’”, diz Hazelton.
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