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Oito previsões ousadas sobre as próximas investidas do Google

Com dinheiro em caixa, ações valorizadas e market share em alta, o que se pode esperar do Google em 2008? Acompanhe algumas possibilidades, na visão de analistas.

Por Computerworld, EUA

03 de janeiro de 2008 - 08h23
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Não há dúvida de que o Google é o rei da mídia online. Só em agosto de 2007, abocanhou 57% do market share mundial de ferramentas de busca, com mais de 37 bilhões de consultas, de acordo com a empresa de análise comScore. Sem falar no valor extraordinário de 711 dólares por ação alcançado no dia 5 de novembro. Não é de se estranhar que este domínio tenha gerado rumores intermináveis sobre os próximos passos do Google.

Dezenas de blogs alimentam a indústria de boatos diariamente. As especulações sobre as próximas iniciativas do Google abrangem, entre outras, um cabo submarino até a Ásia, o Gphone que está para chegar, novos data centers e o mundo virtual Google.

Só o Google sabe ao certo. Mas os observadores têm seus próprios palpites sobre as próximas manobras da empresa e se arriscam a fazer algumas previsões audaciosas para 2008 e além.

1. Você está assistindo à ABC Google
Para aumentar a receita de publicidade, talvez a empresa faça aquisições envolvendo mídia mais tradicional. “Eles vão se voltar para o rádio e a televisão em algum momento”, diz Rob Enderle, analista-chefe do Enderle Group. E, se isso acontecer, os compradores de mídia vão levar sua verba de publicidade para o Google, em primeiro lugar, para alavancar suas ofertas multimídia.

“Ainda não estou convencido de que eles vão comprar uma rede de televisão, mas é uma possibilidade”, acrescenta Enderle, assim como um grupo de estações de rádio, que o Google poderia transformar agressivamente em um modelo de entrega online para aumentar o valor do seu pacote de publicidade. No mínimo, o Google fará parcerias exclusivas com meios de comunicação para proteger seu fluxo de receita.

“A meta final, se eles tiverem êxito, é se tornarem maiores e mais poderosos do que a combinação Microsoft, IBM e AT&T em seu apogeu”, diz Enderle. “E eles têm uma estratégia que lhes permite atingir esta meta, seja captar dinheiro de publicidade ou minimizar as contribuições de outras empresas.”

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2. Google PC de graça
Em 2008 e além, a maior parte do hardware e dos serviços pelos quais pagamos será disponibilizada pelo Google de graça ou a preços drasticamente reduzidos, segundo Chris Winfield, presidente da 10e20, empresa de marketing de busca global. Telefones celulares, acesso wireless à internet e até laptops serão totalmente suportados por anúncios. “Muita gente ficará feliz em receber um laptop de graça em troca de ver alguns anúncios de vez em quando”, salienta Winfield.

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