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Negócios

Oito previsões ousadas sobre as próximas investidas do Google

Por Computerworld, EUA

03 de janeiro de 2008 - 08h23
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O Google já começou a trilhar este caminho. Em março de 2005 comprou o Urchin, software de análise de estatísticas na web, e ofereceu porções dele aos usuários gratuitamente como Google Analytics. Também rebatizou o software de imagem de satélite 3D Keyhole como Google Earth e o forneceu sem custo.

“Eles fazem isso para ter mais controle, mais espectadores, mais pessoas usando seus produtos”, diz Winfield. “Com o laptop ou telefone celular seria a mesma coisa.”

3. Veja o lado mais soft do Google
Que maneira melhor de promover uma empresa high-profile do que anunciar durante um evento esportivo high-profile? Prepare-se para ver o Google veiculando um comercial que prega suas virtudes em um futuro Super Bowl. “Seria a primeira incursão do Google na verdadeira propaganda”, afirma Rand Fishkin, presidente e CEO da SEOmoz, empresa de otimização de ferramenta de busca. “Eles observaram o que a Microsoft fez [em anúncios na TV]. Poderá causar impacto.”

Um anúncio mostrando que o Google torna o mundo um lugar melhor pode ajudar sua imagem, sugere Enderle. “Eles estão atingindo uma escala como fez a Microsoft há uma década, quando as pessoas estavam muito focadas em seus motivos e em seu poder”, explica Enderle. “É aí que você precisa de uma campanha de marca abrangente para deixar as pessoas mais à vontade em relação a quem você é e para onde você vai.”

4. Google compra agência de propaganda
Uma campanha de publicidade do Google poderá dar lugar a uma das melhores agências de publicidade do mundo. Muita gente adoraria ter a equipe de propaganda da Budweiser, por exemplo, acredita Enderle. “Com todo o dinheiro que o Google tem, provavelmente poderá fazer isso. O Google está se posicionando como uma superagência. Eu não ficaria surpreso se adquirisse uma agência de publicidade.”

5. Aplicações Google finalmente decolam
O Google teve pouco êxito em fazer os usuários adotarem outros serviços que não sua oferta core de busca. Menos de 5% dos usuários do Google utilizam a home page para qualquer outra coisa além da busca, diz Peter Hershberg, managing partner da Reprise Media, empresa de marketing de ferramentas de busca. Mas este cenário vai mudar em 2008, quando o Google lançar o Gphone.

“O verdadeiro argumento por trás do lançamento de Gphones móveis talvez seja a conveniência”, observa Hershberg. “O Gphone, sem dúvida, terá integração  fora da caixa com cada aplicação Google existente. O valor de ter toda esta informação sob o guarda-chuva Google no seu bolso a qualquer hora pode ser a razão para as pessoas finalmente começarem a adotar estas aplicações.”

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