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Ministério das Comunicações investe R$ 30 milhões em internet sem fio

Pasta considera tecnologia wireless essencial para a inclusão digital de regiões remotas do País e, por isso, utilizará recursos do Funttel para estimular produção local.

Por Redação do COMPUTERWORLD

04 de janeiro de 2008 - 12h40
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O Ministério das Comunicações vai destinar 30 milhões de reais, ao longo dos próximos três anos, para o desenvolvimento de soluções de acesso à internet sem fio. Para isso, serão utilizados os recursos do Funttel (Fundo para o Desenvolvimento Tecnológico das Telecomunicações), segundo informações da assessoria de imprensa da pasta.

O objetivo do projeto é aumentar a produção nacional de sistemas e componentes que permitam o acesso sem fio à internet em banda larga e, assim, tornar o Brasil referência mundial nessa tecnologia.

“Com o investimento, a tecnologia sem fio vai ficar mais barata para o consumidor final, pois seu custo de produção e implantação é mais baixo que a conexão através de cabos”, afirma o ministro das Comunicações, Hélio Costa, em comunicado distribuído à imprensa.

Para viabilizar a produção local, o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) articulou a constituição de uma joint venture, formada por cinco fabricantes nacionais de equipamentos de telecomunicações, as empresas Asga, Icatel, PadTec, Parks e Trópico.

Juntas, elas irão desenvolver sistemas integrados de comunicação digital sem fio em banda larga, em consórcio com o CPqD (Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações) e o Ceitec (Centro de Excelência em Tecnologia Eletrônica Avançada). De acordo com o ministério, os sistemas devem ser colocados no mercado a partir de 2008.

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O Brasil ainda tem um leilão de freqüências WiMax, de banda larga sem fio, parado há mais de um ano por questionamentos do Tribunal de Contas da União (TCU) e liminares na Justiça. A Anatel quer vender licenças nas faixas 3,5 e 10 GHz em todo o País e recebeu cerca de 100 propostas, mas o leilão foi suspenso no próprio dia (4 de setembro de 2006) e desde então continua sem solução à vista.
 

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