Negócios
Tese sobre a morte do departamento de TI é exagerada, dizem profissionais
Por Network World, EUA
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Outro leitor anônimo acrescenta: "Quando você convergir rede melhor e mais confiável, computação distribuída, CPUs mais velozes e multi-core e software e hardware mais inteligentes que se auto-mantêm, menos pessoas serão necessárias. Mesmo que a convergência não seja exatamente como Carr prevê, haverá uma redução da força de trabalho de TI".
Outro leitor que se identifica como 'tuomoks' argumenta: "Só a manutenção é feita pelas corporações. Até isso, agora, é entregue a terceiros freqüentemente, e o negócio segue em frente. A própria TI tem sua parcela de culpa. Muitos departamentos de TI (ainda?) não entendem que fazem parte do negócio e que são uma função utilitária do negócio corporativo, exceto, é claro, se vendem seus serviços para fora, que é o que está previsto aqui".
Outros leitores alegam que a migração para utility computing ainda vai demorar mais de 20 anos para acontecer e não substituirá totalmente os departamentos de TI internos. "À medida que a computação distribuída e as aplicações remotas se tornarem mais confiáveis, a computação poderá ser um serviço cada vez mais utilitário", diz o leitor Adam J.
Não se sabe se a controvérsia aumentará a venda do livro de Carr para profissionais de TI. Vários leitores do Network World que fizeram comentários sobre a análise de "The Big Switch" não leriam o livro porque não querem que Carr ganhe dinheiro com suas previsões polêmicas.
"Esse cara está simplesmente tentando atrair atenção negativa, eu não ia querer o livro dele nem de graça, quanto mais comprar", desabafa um leitor anônimo.
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