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Execplan pretende comprar licenças de BI de no mínimo 10 empresas em 2008

Empresa diz que vai mirar companhias insatisfeitas com consolidação do mercado de BI ou descontentes com projetos de BI já realizados e que não vai recusar pedidos.

Por Luiza Dalmazo, do COMPUTERWORLD

16 de janeiro de 2008 - 18h59
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A estratégia é agressiva e não gerou endividamentos. A Execplan anunciou que em 2008 pretende financiar a licença de software de business intelligence (BI) das empresas que estão insatisfeitas com os projetos realizados ou com o comportamento dos fornecedores que fizeram fusões nos últimos meses e, por isso, estão dispostas a migrar para o sistema da companhia.

A estratégia é cobrir o investimento inicial dos usuários, mas mesmo assim a organização não pretende mandar propostas ou fazer anúncios da medida. “Quem quiser fazer a migração, pode nos procurar. Não vamos bater de porta em porta, queremos ser apenas uma opção se achar conveniente”, explica o presidente Antonio Augusto.

Segundo ele, em 2007 a Execplan realizou quatro migrações sem esse modelo de comprar as licenças do cliente. “Por isso a expectativa é de realizar pelo menos 10 migrações em 2008, com possibilidade de chegar até 20”, diz.

Augusto afirma ainda que a estratégia não se deve apenas à consolidação do mercado de BI, mas também porque muitos projetos não têm atendido às expectativas das empresas. “Satisfazendo os usuários podemos fazer com que comprem ainda mais da nossa empresa”, avalia.

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O presidente diz que a organização tem verba suficiente para não recusar empresas. A idéia é atender a qualquer número de licenças e “tanto faz se ele têm 10 ou 20 licenças” e os ganhos viram em médio e longo prazo. “Ganharemos em manutenção, mas isso não representa abuso, pois em alguns casos até baixamos os custos do cliente com manutenção, porque estamos em busca de clientes referência e que comprem mais”, argumenta.

Este ano, de acordo com Augusto, começou com dois novos contratos, que devem ajudar a empresa a atingir a meta de crescer entre 25% e 30% sobre o faturamento de 2007, que cresceu em relação a 2006 um total de 28%. “No ano passado fomos bem e por isso acumulamos recursos para a estratégia deste ano, além de inaugurarmos a sede nova e investir 5 milhões de reais, desde 2006, na nova arquitetura de produto”, enumera.

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