Negócios
Open source no data center. Funciona?
Por Computerworld, EUA
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Os produtos open source ajudam a nivelar o campo de jogo de TI, obrigando os fornecedores comerciais a competir em termos de preço e qualidade do serviço, e não algum recurso intangível em suas ofertas proprietárias.
O código é aberto e transparente, possibilitando que os desenvolvedores localizem e solucionem problemas e aprendam de que forma outros desenvolvedores abordaram determinadas questões. Os usuários ganham a liberdade de utilizar estes produtos em suas organizações ao redor do mundo sem a preocupação comum de monitorar licenças de estações.
Onde open source é usado
Segundo James Staten, analista da Forrester Research, as empresas estão implementando open source em três áreas principais: presença na web e portais (o mais comum é o Apache, usado para gerenciamento de conteúdo, aplicações dinâmicas e uma variedade de funções de e-commerce e catálogo); a camada de bancos de dados pequenos e médios (os mais comuns são o PostgreSQL e o open source Berkeley da Oracle); e a camada de aplicação (pacotes baseados em Java rodando sobre JBox, Apache Geronimo e Zend hospedando aplicações Ajax).
É difícil encontrar estatísticas sobre o uso específico de open source no data center. Em novembro de 2007, porém, o Independent Oracle Users Group apresentou os resultados de uma pesquisa segundo a qual 13% dos 226 entrevistados estão rodando a maioria das suas aplicações em open source. Este número representou um aumento de 30% em relação ao ano anterior.
Outro sinal de crescimento do uso de open source em instalações comerciais é o anúncio de um projeto da Hewlett-Packard para ajudar grupos de TI a monitorar requisitos de licenças para os produtos e as ferramentas que utilizam. E os novos nomes no espaço de gerenciamento de rede e sistemas open source incluem GroundWorkd Open Source, Hyperic, Qlusters e Zenoss.
Para os clientes que estão pensando em adotar open source, particularmente na arena de missão crítica, a Forrester aconselha avaliar o chamado ecossistema – isto é, o pool de desenvolvedores, fóruns disponíveis, suporte pago e qualquer oferta comercial – em torno de um projeto ou produto open source específico. Assim, as empresas podem determinar se este produto tem suporte suficiente para suprir suas necessidades.
Ótimos exemplos de prós e contras
Mas a maioria dos contras não são tão ruins assim.
1° A necessidade de mão-de-obra.
Isso é inevitável, já que mesmo em soluções comerciais é preciso mão-de-obra. No caso do SL, a mão-de-obra pode ser mais cara devido a necessidade de um suporte mais especializado.
2° O preço do suporte.
Se for parar pra pensar. É muito melhor pagar por um suporte único, que resolverá todos os problemas, do que pagar suporte quando cada máquina der problemas. Além disso não é preciso pagar licenças nem fazer grandes updates em Hardware quando uma grande atualização é feita(vide Windows XP para o Vista).
As soluções de Software Livre são muito boas e estão crescendo a cada dia. Num futuro próximo poderemos estar evidenciando o comércio baseado em software livre, sem o monopólio que vemos hoje em dia.
Philip - 06 Fev 2008, 19h29
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